DELFOS
VerifiedOnline/Digital
The world's largest humorous reflective partial journalism site
Actions
Media Outlet details
| Scope | Consumer |
|---|---|
| Language | Portuguese |
| Country | Brazil |
|
Similarweb UVM |
Request pricing |
|
Comscore UVM |
Request pricing |
Recent Articles
Search ArticlesReview Denshattack!: Sonic 3D
Denshattack! é um daqueles jogos para crianças hiperativas. Você sabe. Fãs de Sonic. Como eu. Como você. Na lore do jogo, Denshattack é também um esporte. Um esporte tão absurdo quanto divertido. Ele envolve você ter um trem e sair pulando entre os trilhos, fazendo acrobacias e movimentos dignos de um jogo do Tony Hawk. Você sabe, eu joguei pouco Tony Hawk, então vou me isentar de comparações com o Tonho Gavião. Já com os jogos 3D do Sônico eu vi muitas semelhanças. Denshattack! é quase um auto runner.
Review Splatoon Raiders: Destiny Nintendudo
Durante boa parte da divulgação pré-lançamento de Splatoon Raiders, ele passou por baixo do meu radar. Embora eu realmente goste das campanhas dos anteriores, especialmente de Splatoon 2, tinha a sensação de que este seria um spin-off mais estilo live-service. Porém, pouco antes do lançamento, li alguns previews que diziam o contrário: Splatoon Raiders era um spin-off da série mais focado no single player. Opa, aí falou comigo. Bora ver qual é que é.
Crítica Aquele Que Viu o Abismo: imagens estáticas com gente falando em cima
Uns meses atrás, eu escrevi uma resenha para o jogo narrativo 1000XResist. Lá, eu critiquei com todas as minhas forças verbais a insistência dos videogames em contar histórias com imagens estáticas. Como o jogo tem estética de animê, disse no texto “Você nunca veria um animê contando esta história com personagens estáticos”. Isso também valeria para filmes. Nenhuma outra mídia imagética capaz de movimentos conta suas histórias com imagens estáticas.
Crítica Homem-Aranha Um Novo Dia: o insustentável peso do MCU
Uma coisa me deixava realmente curioso para Homem-Aranha Um Novo Dia. Não, não era a personagem da Sadie Sink, que apesar do segredinho absurdo, que se estendeu até à página do IMDB do filme, é o que todo mundo pensava – e que eu não vou falar aqui. Embora não tenha recebido nenhuma instrução da Marvel para manter a personagem em segredo, vou fazer isso em respeito a você. E sei que é possível conseguir esta informação com uma simples busca na internat.
Review The Relic First Guardian: desafiando o evangelho soulslike
The Relic First Guardian é um soulslike. Mais do que isso, ele talvez seja o primeiro representante do gênero a imitar o Elden Ring. Primeiro de muitos que virão, tenho certeza. Mas, meu caríssimo e estimado amigo delfonauta, não se anime ainda. The Relic First Guardian é muito inferior ao clássico moderno da From Software. E ao falar isso, estou pensando muito além dos gráficos pouco inspirados e dos inimigos repetitivos. Então venha afiar sua espada a meu lado e vamos prosear.
Review Truxton Extreme: ó o chef José Marques aí
Eu tenho apenas uma vaga lembrança de Truxton. Minha querida tia e madrinha me deu a fita de Mega Drive. Eu pedi, claro. Ela não entendia o suficiente de games para escolher um presente para mim. Mas quando joguei não gostei. Acabou que foi um dos jogos de Mega Drive que eu tinha, mas menos joguei. Assim, me surpreendi quando fiquei sabendo que a série voltaria para seu terceiro jogo depois de quase quarenta anos inativa. E assim começamos este review Truxton Extreme. Truxton Extreme é uma delícia.
Review Halo Campaign Evolved: um remake para fãs
É com enorme prazer que com este texto de Halo Campaign Evolved volto a falar de um lançamento da Xbox. Sim, nunca paramos com a Bethesda ou com a Activision, mas são outras assessorias de imprensa. Da Xbox mesmo, faz um tempão que estamos tentando voltar ao radar deles. Halo Campaign Evolved é o segundo remake do primeiro Halo. Você deve se lembrar que este jogo já foi refeito em 2011 para o Xbox 360 na Halo Combat Evolved Anniversary.
Review Cultic: bom, quase ótimo
Embora o Windows esteja repleto de bons boomer shooters, boa parte deles mora exclusivamente lá, e nunca chega aos consoles. Não é como se os consoles carecessem de bons jogos do gênero. Eles só não são tão abundantes. Como um enorme admirador do gênero, é sempre uma felicidade sentar para jogar algo nessa linha, especialmente quando o código de review chega semanas antes do lançamento. É o caso de Cultic. Cultic até tem história, incluindo algumas poucas cutscenes e narração.
Crítica Marsupilami: agora no cinema
Anos atrás, quando escrevi sobre o excelente joguinho de plataforma do Marsupilami, eu achei que era um personagem criado para o jogo e baseado em um bichinho real. Tipo Sonic ou Crash. Não me lembro se na época da resenha, ou pouco depois, resolvi procurar por Marsupilami na internet e o novo pai dos burros me contou que era um personagem de quadrinhos belga criado por André Franquin. Apesar de eu gostar muito dos quadrinhos europeus que conheço, Marsupilami nunca tinha passado pelo meu radar.
Wrath Aeon of Ruin Brutal Edition (PS VR2): agora em VR
Olha só que bacaninha! O excelentão Wrath Aeon of Ruin, um dos melhores boomer shooters em anos, ganhou uma versão adaptada para VR. Lado ruim? Ao contrário dos Resident Evils e outros jogos que podem ser jogados das duas formas a partir de uma única compra, este deve ser comprado novamente. Evite confusão. A versão chamada Wrath Aeon of Ruin Brutal Edition é a que funciona em VR, e apenas em VR. Se quiser o jogo em sua versão panqueca, compre Wrath Aeon of Ruin.