Fala-se muito de liderança. De como criar equipas, inspirar pessoas, desenvolver talento, definir estratégias. Mas, para mim, há um momento muito mais interessante do que todos esses. O momento em que deixamos de sentir que lideramos uma equipa e começamos, verdadeiramente, a sentir que pertencemos a ela. E isso não acontece num organograma. Nem numa reunião de alinhamento. Nem porque alguém nos chama “chefe”. Acontece nos dias difíceis. Construir uma equipa nunca é simples.