Got2Globe.com
Blog
For over 18 years, Marco C. Pereira and Sara Wong have felt compelled to travel the world. Got2Globe is driven by this obsession. It revolves around their travels, experiences, whims, and the sights of Earth.
Get ready to dream about everything, but don't expect anything concrete. Day after day, the destinations and experiences you'll discover in Got2Globe will be the most unexpected. They'll appear to you without any obligation, routine, or sequential logic.
In an instant, Got2Globe can switch from torrential rain to scorching sun and from photography to video. It can move from the dense jungles of Vanuatu to the endless concrete jungles of Tokyo, with stops atop a New Zealand volcano, deep within an Argentinian glacier, or across the enormous dunes of an African desert.
Along the way, Got2Globe will also undergo transformations and extensions, adapting to our experiences and explorations, as well as to what our followers show the most interest and pleasure in discovering. Source
Actions
Media Outlet details
| Scope | International |
|---|---|
| Language | English, Interlingua, Portuguese |
| Country | Portugal |
|
Similarweb UVM |
Request pricing |
|
Comscore UVM |
Request pricing |
Recent Articles
Search ArticlesIncursão à Grande Depressão Africana
Cumpridos 16km de caminhada pelos meandros de um rio efémero escondido entre montanhas inóspitas, o trilho ascende. Adiante, revela-se o Lago Assal. A 155m abaixo do nível do mar, cruzamos o lugar mais profundo à superfície de África. Vínhamos de longe. Do lago Abbé. De um interior remoto em que o Djibuti tem parte da sua fronteira com a Etiópia. Chegados ao entroncamento do km51, a essa mesma distância da capital Djibouti City, detemo-nos.
Arenal: o Vulcão Ícone da América Central
O trajecto a partir de Guápiles e do seu famoso El Fogón de Lola ainda ia durar, pelo menos, duas horas. Este restaurante tradicional e emblemático servia-nos de escala revigorante e incontornável, prévia a contornarmos outro dos parques montanhosos e luxuriantes da Costa Rica, o Braulio Carrillo. No seu todo, a viagem tinha começado sobre a aurora e mais para Norte, nos confins selvagens, quase caribenhos, de Tortuguero.
Um Deslumbrante ex-Esconderijo Pirata
Durante boa parte do século XVI, a menor das Ilhas Virgens Britânicas terá servido de abrigo do corsário holandês Jost van Dyke. Os ingleses acabaram por tomar e reter o arquipélago. A ilha que preserva o nome desse seu inimigo tornou-se um reduto sedutor das Pequenas Antilhas. Por uma óbvia questão de maior proximidade, o terminal de ferries que serve a rota para Jost Van Dyke fica no recanto sudoeste da ilha, em vez de no porto da capital Road Town.
A Bila Velha da Ilha do Fogo
Em Cabo Verde, só a Ribeira Grande de Santiago é mais antiga que a povoação principal do Fogo, erguida a partir de 1460. Em 1922, as autoridades coloniais promoveram São Filipe a cidade. Para boa parte dos anciãos da ilha, San Filipi subsiste a sua garbosa e acolhedora Bila. Não parece haver sequer vista do grande Fogo, a partir de São Filipe.
Uma Bijagó Sagrada, dentro do Possível
As crenças do povo bijagó ditam a sacralidade de Rubane. Entre outras restrições, é lá proibido lutar, derramar sangue, fazer enterros e erguer edifícios. Iniciativas de empreendedores franceses, com a bênção das autoridades de Bissau, contornaram a última. Fizeram da ilha um misto de domínio nativo e éden turístico com o seu quê de excepcional. As crenças do povo bijagó ditam a sacralidade de Rubane. Entre outras restrições, é lá proibido lutar, derramar sangue, fazer enterros e erguer edifícios.
A Capital Indómita da Rebelde Somalilândia
Apenas um país, ironia das ironias, Israel, reconheceu a independência declarada em 1991, da Somalilândia. Indiferente à indiferença da comunidade internacional, ao ritmo de copiosos chamamentos dos almuadens, Hargeisa conduz os destinos da sua nação dissidente. Aterramos no aeroporto internacional Egal, dois dias antes do início do Ramadão. Shakir recebe-nos num grande Land Cruiser com volante à direita, mesmo se a condução, na Somalilândia se faz pela esquerda.
De Venus à Lua, numa Ilha de Homens e Deuses
Em pleno Mar Egeu, a navegação prosseguia, celestial como o nome da companhia de navegação prometia. Entrávamos por Junho, vindos de Mikonos, sobre a uma da tarde, pelo porto de Adamas adentro. Demasiado volumoso para se aproximar da doca e marina murada, o navio ancora em plena baía de Milos, um quase golfo formado por movimentos tectónicos acentuados. Temos a povoação de Adamas por diante.
Uma Ilha Ryukyu. No Pacífico e no Tempo
Aos poucos, a modernidade invade as ilhas tropicais do extremo sul do Japão. Entre a selvagem Iriomote e a mais desenvolvida Ishigaki, Taketomi resiste. Enquanto bastião da tradição Ryukyu e como destino que os forasteiros podem viver sem pressas. A pé, de bicicleta ou em carroças puxadas por búfalos. O Trópico de Câncer passa a menos de 100km para norte.
Um Portal para a História Automóvel do Saara
Em 1922, André Citroën organizou a primeira travessia do Sahara em veículos motorizados. Touggourt, a cidade de partida para Timbuktu, permanece um entroncamento crucial numa vastidão desértica sem fim. Exploramo-la, inseridos na maior comitiva com que a Argélia nos prendou. “Very, very, very much?” tenta impingir-nos e fazer sair das nossas bocas, M. Mustapha, recém-nomeado director do turismo da Wilaya (região) de Touggourt.
Praia da África Ocidental, Camarões dos Camarões
De Iaoundé, viajamos até Kribi. No tempo que dedicamos ao destino final, passamos um Dia Internacional da Mulher animado, provamos camarões do país homónimo e vivemos a vida animada de uma das povoações balneares mais concorridas da África Ocidental. Já o sabíamos de cor e salteado. A hora de partida de Iaoundé não ia ser as 9 da manhã, as 9h30 ou por volta disso. Como na maior parte de África, seria quando a lotação estivesse completa ou quase.