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Search Articles‘A gente só quer um teto’: famílias travam linha do trem contra despejo na ZL de SP
Manifestantes da Ocupação Jardim Nova Esperança bloqueiam via com pneus em chamas durante protesto contra a reintegração de posse marcada para terça-feira (22), na zona leste de São Paulo. | Foto: Pedro Stropasolas A Linha 12-Safira da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a ponte Cumbica e a Avenida Dr. Assis Ribeiro, na zona leste de São Paulo, amanheceram bloqueadas nesta sexta-feira (18/9).
Se o seu candidato só fala em matar e punir, então já falhou em cuidar de crianças e adolescentes
Rute Fiúza diz que costuma fazer uma mesma pergunta quando participa de rodas de conversa com adolescentes, uma parte de sua rotina como ativista de direitos humanos e integrante do Movimento Independente Mães de Maio na Bahia nos últimos 12 anos: já se inscreveu no Enem? Em um dos mais recentes desses encontros, em um quilombo em Lauro Freitas (BA), na região metropolitana de Salvador, se entristeceu, no entanto, com a resposta.
‘Por que não prenderam antes de matar?’, família denuncia execução de jovens pelo Baep
Desde a tarde da última quarta-feira (2/9), as mães de Bruno Augusto de Oliveira Ferraz, de 20 anos, e do adolescente Mateus Marcondes Mizael, 17, buscam respostas a uma pergunta dolorosa: por que os filhos foram mortos por policiais do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP)? O caso ocorreu na rua Vicente de Felice, no bairro Jardim Ouro Verde, em Limeira, no interior de São Paulo.
Violência contra a mulher vai além da polícia: o que cobrar do seu candidato
“Acordei de repente com um forte estampido dentro do quarto. Abri os olhos. Não vi ninguém. Tentei mexer-me, mas não consegui. Imediatamente fechei os olhos e um só pensamento me ocorreu: ‘Meu Deus, o Marco me matou com um tiro”. O relato integra as páginas de “Sobrevivi… posso contar”, livro publicado em 1994 por Maria da Penha, que anos depois daria nome à principal lei brasileira de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres.
Da Redação | O jornalismo que não deixa esquecer
Estamos em meio a um dos pleitos eleitorais mais tensos dos últimos anos. Bem, é verdade que, pelo menos desde 2014, cada eleição se torna fruto de mais ansiedade e temor diante dos atores que têm aparecido no palco da política institucional. Mas 2026 se desenha com mais preocupação do que certezas. Ainda assim, vemos o de sempre: poderosos se atacam e denunciam esquemas uns dos outros em rede nacional.
Se o seu candidato propõe outra operação letal, ele não é contra o crime que o Estado organizou
No entorno da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha, a partir da qual foi se espraiando desde 1849 a cidade de Maranguape (CE), a cerca de uma hora de carro da badalada Avenida Beira-Mar de Fortaleza, a paisagem é de aparente sossego. A igreja é em estilo colonial, daquelas de novela de época, cercada de outras construções de arquitetura parecida.
Mortes pela polícia em SP atingem maior número para julho em sete anos
Policiais militares durante atuação em área urbana | Foto: Daniel Arroyo/Ponte Jornalismo O silêncio da Rua Wagner de Araújo, no Parque São Rafael, foi quebrado pelo som de tiros numa segunda-feira (13/7). O diácono José Carlos da Rocha Sobrinho, de 42 anos, dirigia seu VW Fox pela zona leste de São Paulo quando foi parado por uma viatura da Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep). O que deveria ser uma abordagem de rotina transformou-se em tragédia em questão de segundos.
Morre Francisco Gomes, pai de vítimas do Estado e integrante do Movimento Mães de Maio
Francisco faleceu aos 80 anos de idade | Foto: Ailton Martins/Ponte Jornalismo Morreu no último domingo (6/9) Francisco Gomes, aos 80 anos de idade. Ele era um integrante histórico do Movimento Independente Mães de Maio, ao qual se juntou em função de o filho, Paulo Alexandre, então com 23 anos, ter sido vítima de desaparecimento forçado em meio aos Crimes de Maio, em 2006.
Avisa seu candidato: mais prisões não significam mais segurança
“Chegou a morte”, era a frase que Maurício Monteiro ouvia policiais militares gritarem, em meio a estampidos de disparos de arma de fogo, no corredor do terceiro andar do pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru, na zona norte de São Paulo. Monteiro acompanhava a movimentação da cela que dividia com outros companheiros. Escondia-se no banheiro, um metro cúbico delimitado por um vaso sanitário e um lençol branco, que simulava uma parede.
Da Redação | Quando querem destruir a jornalista para apagar a denúncia
Juliana Dal Piva (à esquerda) e Natália Viana, jornalistas citadas no editorial sobre ataques misóginos e tentativas de desqualificação de mulheres que investigam figuras públicas e o poder. Fotos: Rovena Rosa/Agência Brasil É uma verdade universalmente reconhecida que, quando se é mulher, seu gênero sempre será questionado quando não gostarem de você ou de seu trabalho.