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Recent Articles
Search ArticlesMorre Francisco Gomes, pai de vítimas do Estado e integrante do Movimento Mães de Maio
Francisco faleceu aos 80 anos de idade | Foto: Ailton Martins/Ponte Jornalismo Morreu no último domingo (6/9) Francisco Gomes, aos 80 anos de idade. Ele era um integrante histórico do Movimento Independente Mães de Maio, ao qual se juntou em função de o filho, Paulo Alexandre, então com 23 anos, ter sido vítima de desaparecimento forçado em meio aos Crimes de Maio, em 2006.
Avisa seu candidato: mais prisões não significam mais segurança
“Chegou a morte”, era a frase que Maurício Monteiro ouvia policiais militares gritarem, em meio a estampidos de disparos de arma de fogo, no corredor do terceiro andar do pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru, na zona norte de São Paulo. Monteiro acompanhava a movimentação da cela que dividia com outros companheiros. Escondia-se no banheiro, um metro cúbico delimitado por um vaso sanitário e um lençol branco, que simulava uma parede.
Da Redação | Quando querem destruir a jornalista para apagar a denúncia
Juliana Dal Piva (à esquerda) e Natália Viana, jornalistas citadas no editorial sobre ataques misóginos e tentativas de desqualificação de mulheres que investigam figuras públicas e o poder. Fotos: Rovena Rosa/Agência Brasil É uma verdade universalmente reconhecida que, quando se é mulher, seu gênero sempre será questionado quando não gostarem de você ou de seu trabalho.
Ministério nega anistia a filhos de perseguidos políticos pela ditadura
Andreia Palmar e a filha adolescente | Foto: Arquivo Pessoal Um impasse dentro do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) sobre os impactos da ditadura militar na vida dos filhos de perseguidos políticos tem levado ao indeferimento de pedidos de anistia apresentados por esse público.
Por que o seu candidato deveria falar de letalidade policial nessas eleições?
Era madrugada quando centenas de camponeses despertaram do sono. Alguns, com a garganta fechada pelo efeito sufocante do gás lacrimogênio que sobrecarregava o ar. Outros, depois de ouvirem estampidos provocados por disparos de arma de fogo. Ainda sem entender direito o que acontecia, quem pôde, instintivamente, correu. Mas eles estavam cercados por invasores que, mesmo sendo na maioria policiais, usavam máscaras.
Perito acusado de assédio conduz pesquisa de clima organizacional na Polícia Científica em SP
Pesquisa anterior mostrou que episódios de assédio são comuns na Polícia Científica, sem responsabilização de autores | Ilustração: Antônio Junião/Ponte Jornalismo Uma pesquisa de clima organizacional em andamento na Polícia Científica do estado de São Paulo tem causado constrangimento e indignação entre servidores.
O seu candidato quer gastar ainda mais com segurança pública. Mas o que é segurança para ele?
Comece com um exercício de imaginação em que o governo do seu estado passou por uma enorme crise sucessória: o governador renunciou para evitar alguns problemas; o vice dele preferiu pular para um outro cargo público, com menos dor de cabeça e maior estabilidade; e o presidente da Assembleia Legislativa local, que deveria virar o novo chefe do estado, acabou preso.
Da Redação | Quando a sensação de insegurança vira justiçamento
Cláudio Rafael Landeiro, 37 anos, saiu de casa com a bicicleta da irmã e acabou falsamente identificado como ladrão em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. Foi perseguido e espancado durante cerca de nove minutos. A perícia contabilizou 63 pauladas. Depois, permaneceu aproximadamente meia hora no chão até a chegada do socorro. A Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) informou que não foi acionada para aquela ocorrência. Cláudio não morreu vítima de uma acusação injusta.
‘É para chegar antes da morte’: movimentos propõem novo modelo de segurança pública para o país
Representantes dos Fóruns Populares de Segurança Pública em plenária de abertura da 1ª Conferência Popular de Segurança Pública do Brasil | Foto: Manuela Fontes/FPSPPB/Divulgação Maria Ramos, do Coletivo Mães Pela Paz, de Goiás, foi a Fortaleza com duas reivindicações: o uso obrigatório de câmeras corporais por agentes de segurança pública e o combate à militarização.
‘Agem como bandidos’: PM destrói única praça de favela em Santos sem consentimento da prefeitura
Policiais militares destruíram um coreto, além de bancos e mesas de concreto, de uma pequena praça na comunidade do Mangue Seco, uma favela de palafitas na zona noroeste de Santos (veja vídeo acima). A derrubada do patrimônio público ocorreu sem que a prefeitura local sequer tivesse sido avisada. O caso foi revelado pelo veículo independente Frequência Caiçara, que publicou um vídeo dos agentes da Polícia Militar paulista (PMESP) fazendo a destruição do local com marretas, na segunda-feira (24/8).