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Search ArticlesQuais os principais pilares que ajudam empresas a crescerem com segurança?
Ter um bom produto ou prestar um excelente serviço é importante, mas isso não é garantia de longevidade para uma organização. Segundo dados do IBGE, mais de 60% das empresas brasileiras encerram suas atividades antes de completar cinco anos. O que diferencia os negócios que permanecem relevantes por décadas? Confira neste texto alguns dos principais pilares das organizações que conseguem crescer de forma consistente e enfrentar às transformações do mercado.
Reforma Tributária: adaptação das notas fiscais ao IBS e à CBS já começou
Algumas empresas deram um passo importante no processo da Reforma Tributária nesta semana: iniciou-se a adequação dos documentos fiscais eletrônicos para incluir os espaços destinados ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) A Receita Federal informou que, durante essa fase inicial, as notas emitidas sem esses campos ou com inconsistências não serão rejeitadas automaticamente.
Por que empresas lucrativas ainda podem enfrentar falta de caixa?
Em um cenário de juros elevados, manter o controle do fluxo de caixa deixou de ser apenas uma boa prática de gestão e passou a ser uma necessidade. Com a Selic em 14% ao ano, recorrer a empréstimos ou linhas de crédito para financiar a operação ficou mais caro. Nesse contexto, muitas organizações descobrem um problema que costuma gerar dúvidas: apresentam lucro no balanço, mas enfrentam dificuldades para pagar parceiros comerciais, salários e outras obrigações do dia a dia.
Julho trouxe novas exigências fiscais, previdenciárias e trabalhistas.
O mês de julho trouxe importantes mudanças nas áreas fiscal, tributária, previdenciária e trabalhista. Entre os destaques estão novas regras para o retorno de mercadorias, alterações na emissão de documentos fiscais de devolução, a disponibilização do INSS Empresa e a exclusão de determinados produtos do regime de Substituição Tributária do ICMS em São Paulo.
Atualizações fiscais e cadastrais que merecem atenção da sua empresa
NF-e: prazo para manifestação do destinatário é reduzido para 90 dias A manifestação do destinatário da NF-e é uma ferramenta importante para que as empresas acompanhem as notas fiscais emitidas contra o seu CNPJ e registrem se a operação foi confirmada, desconhecida ou não realizada. Com a redução do prazo de 180 para 90 dias, a rotina de conferência das notas fiscais passa a exigir mais atenção.
Empresário, quanto você está retirando de lucros por mês?
Desde janeiro de 2026, distribuições acima de R$ 50 mil mensais têm retenção de 10% de IR na fonte. A regra já está em vigor, e quem não organizou a política de retirada pode estar pagando mais imposto do que precisa. A Lei nº 15.270/2025 mudou uma prática consolidada há quase três décadas no Brasil. Até o final de 2025, a distribuição de lucros para pessoa física era, em regra, isenta de Imposto de Renda. Isso não vale mais para quem retira acima de R$ 50 mil por mês.
Seu sistema de NF e NFC já está pronto para o novo padrão de CNPJ alfanumérico?
A Receita Federal publicou novas regras para adaptação da NF-e e da NFC-e ao futuro modelo de CNPJ alfanumérico. Embora a mudança pareça apenas técnica à primeira vista, ela tende a impactar diretamente a rotina operacional das empresas, especialmente aquelas que trabalham com grande volume de emissão de notas e integrações automatizadas.
Empresário: mesmo sem imposto a pagar, a Receita pode reter sua declaração
Muitos acreditam que a malha fina atinge apenas quem precisa pagar Imposto de Renda. Na prática, a Receita Federal pode reter a declaração mesmo quando não há tributo devido, caso de muitos empresários que recebem dividendos. Isso ocorre porque a análise não está relacionada apenas ao valor apurado, mas à compatibilidade entre os dados apresentados e aqueles recebidos de outras fontes.
Contabilidade na Reforma Tributária: o que muda na prática em receita, custos e estoques
A Reforma Tributária começa a produzir efeitos que vão além da legislação — e um dos principais está na forma como as empresas passam a enxergar seus próprios números. Com a introdução do IBS e da CBS e a lógica de não cumulatividade mais ampla, a contabilidade ganha protagonismo na leitura dos resultados. Receita, custos e estoques passam a exigir uma análise mais precisa, conectada aos impactos reais nas operações.
Nova regra do Lucro Presumido eleva a carga tributária e exige revisão do planejamento
A partir deste ano, empresas com faturamento anual superior a R$ 5 milhões e enquadradas no Lucro Presumido passam a operar sob uma nova lógica de apuração de tributos federais. A mudança altera a base de cálculo do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), gerando aumento indireto da carga tributária para esse grupo.