Advogado afirma que, com o desmembramento do processo, vítimas deixaram de ser corréus e poderiam atuar como assistentes de acusação. O advogado Galib Jorge Tannuri, que representa o corretor Eurípedes Augusto de Melo e seus quatro funcionários, criticou a decisão judicial que o impediu de atuar como assistente de acusação no julgamento realizado na quinta-feira, 27, no Fórum de Olímpia.