Precisava de chegar à estação de comboios de Kiev, mas há muito que os transportes públicos da cidade deixaram de funcionar, pelo que só me restou ir à boleia. O primeiro carro que parou levava dois rapazes e uma rapariga, desesperados em busca de um posto de combustível ainda com gasolina; já não sobram muitos. No segundo, seguiam duas mulheres de meia-idade, que tentavam encontrar um mercado aberto para comprar comida. O terceiro ia cheio de comida de bebé e fraldas, para entregar a quem partia.