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Jacqueline Lafloufa on Muck Rack

Jacqueline Lafloufa

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Brazil
Covers:  brazil, new media, new trending apps, journalism, tech business, media business, brasil, media, new tech, startups, usa, tech, digital journalism
Doesn't Cover: enterprise software, food, celebrity gossip
ghostwriter; antes foi jornalista e programadora. Não uso mais o Twitter. Saiba mais no meu portfólio em lafloufa.com

Jacqueline Lafloufa’s Journalist Portfolio

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Impressoras 3D: revolucionando para o bem ou para o mal?

Impressoras 3D: revolucionando para o bem ou para o mal?

tecnoblog.net — É recente a popularização da impressão 3D, com a venda de impressoras mais acessíveis ao público, como as fabricadas pela MakerBot. Mas a tecnologia já tem seus bons anos: o primeiro registro de um modelo sólido impresso data de 1981, obra do pesquisador Hideo Kodama, do Instituto de Pesquisas de Nagoya, no Japão. Desde então, a produção de itens em três dimensões foi se aprimorando e culminou com o desenvolvimento de impressoras de mais fácil aquisição. Tudo bem que 1,5 mil dólares não é exatamente um valor barato, mas o equipamento que permite imprimir objetos virou algo mais possível de ter em escolas, hospitais, pequenas e médias empresas e nas residências de entusiastas.

Tudo sobre drones, os robozinhos voadores que fazem mais parte da sua vida do que você imagina

Tudo sobre drones, os robozinhos voadores que fazem mais parte da sua vida do que você imagina

tecnoblog.net — No mês passado, um pequeno veículo aéreo não identificado sobrevoou a multidão que protestava pelas ruas de São Paulo, o que causou pânico em muita gente - seria um aparato de espionagem? Seria um mini helicóptero da polícia vigiando os manifestantes? Houve até quem confundisse o pequeno dispositivo voador com um OVNI, mas tratava-se apenas de um drone da GoCam, contratada pelo jornal Folha de S. Paulo para fazer imagens aéreas da manifestação que se estendeu por quilômetros. Apesar de estarem cada vez mais populares, os drones, pequenas aeronaves não tripuladas, ainda não são assim tão familiares ao público.

Hackativismo: crime cibernético ou legítima manifestação digital?

Hackativismo: crime cibernético ou legítima manifestação digital?

www.comciencia.br — Eles foram assunto de muitas matérias no primeiro semestre de 2011, ainda que nem todo mundo compreendesse ao certo quem eram ou por quais motivos estavam agindo. Conhecidos no meio digital pela alcunha genérica de hackers, eles se juntaram em agremiações digitais e apontaram seus canhões virtuais para os alvos que melhor lhes convinham, dando muita dor de cabeça para administradores de redes de grandes empresas e de entidades governamentais. Além disso, muita gente engajada digitalmente e com conhecimentos técnicos resolveu solucionar, com linhas de programação, os problemas que encontrava nas publicações de dados oficiais, como é o caso do grupo Transparência Hacker.

Designer português cria sistema de identificação de cores especial para daltônicos

Designer português cria sistema de identificação de cores especial para daltônicos

www.comciencia.br — Para auxiliar os portadores do daltonismo, deficiência visual relacionada às cores que acomete cerca de 10% da população masculina, o designer português Miguel Neiva desenvolveu uma simbologia simples e de fácil aprendizado que facilita a orientação dos daltônicos em relação às indicações coloridas do nosso dia-a-dia, como por exemplo nas linhas de metrô. Reportagem: Jacqueline LafloufaEdição: Camila DelmondesRevisão: Rodrigo Cunha 28/11/2011 Lá pelos seus 9 ou 10 anos, Caio Parazzi, analista de sistemas brasileiro, hoje com 22 anos, foi repreendido pela professora da aula de educação artística por colorir as folhas das árvores de azul.

17 anos | Agora uma timeline relembra a trajetória do Blue Bus desde a estreia

17 anos | Agora uma timeline relembra a trajetória do Blue Bus desde a estreia

www.bluebus.com.br — Todas dos 17 anos do Blue Bus O Blue Bus completa hoje seus 17 anos de estrada digital - desde o BBS até o site. Foi 1 dos pioneiros na web brasileira em 1995, quando nao existia nem o UOL nem o Globo na internet ;) Essa linha do tempo, desenvolvida em parceria com o diretor de arte Jeferson Hartmann, tambem leitor, destaca alguns dos principais marcos na história do ônibus - "que ainda tem muito chao pela frente!"

Aqui está o BB em seus 17 anos - pegue o link p/ o livro 'Blue Bus Reloaded'

Aqui está o BB em seus 17 anos - pegue o link p/ o livro 'Blue Bus Reloaded'

www.bluebus.com.br — Todas dos 17 anos do Blue Bus Depois de revelar os bastidores da redaçao no youPIX Visita e mostrar a timeline desse ônibus desde 1995, o BB está saindo com o livro dos 17 anos, apelidado de 'Blue Bus Reloaded'. Vem para documentar histórias pessoais da relaçao de alguns dos nossos colaboradores (e também leitores!) com o Blue Bus. Todos eles trazem algum detalhe da história do site, que começou lá atrás como um BBS, quando a internet brasileira ainda era quase inexistente, bem antes de blogs, Twitter, Facebook e Pinterest - é pra quem quer entender de vez por que é que o Blue Bus nao tem acentos (pág 4 e 5) ou por que escrevemos com tao poucas linhas (pág 2) e também pra saber como Yami, Tânia, Carol, Marinho, Coutinho, Débora e Jacqueline vieram parar nesse busao.

Conheça a OTTO, uma câmera diferente que grava GIFs animados

Conheça a OTTO, uma câmera diferente que grava GIFs animados

www.brainstorm9.com.br — Conheça a OTTO, uma câmera diferente que grava GIFs animados Usando o minicomputador Raspberry Pi, ela poderá ser customizada para gerar GIFs ainda mais criativos Até há pouco tempo, GIFs animados eram quase um xingamento, uma forma de demonstrar o quão 'atrasado' um site era ("ainda usa GIFs animados, hahaha"). No entanto, o formato voltou à moda como um jeito divertido, multiplataforma e leve de destacar trechos de vídeos. Com o revival do GIF, surge agora a OTTO , uma câmera dedicada a produzir GIF animados.

Conteúdos patrocinados do NYT são tão populares quanto os conteúdos editoriais

Conteúdos patrocinados do NYT são tão populares quanto os conteúdos editoriais

www.brainstorm9.com.br — Conteúdos patrocinados do NYT são tão populares quanto os conteúdos editoriais Trabalhando em uma área cinzenta, propaganda nativa também tem recebido bastante audiência A habilidade de contar histórias é um talento que serve bem tanto ao jornalismo quanto à publicidade. Entre uma coisa e outra, existe uma vasta zona acinzentada, em que não se sabe exatamente se o material é jornalístico (já que existe alguém patrocinando, pode haver um viés) ou propaganda com conteúdo. Esse tipo de história não é novo, mas a sua adoção por grandes veículos é razoavelmente recente, e os primeiros resultados chamam a atenção.

Cobertura independente do Mídia NINJA - Blue Bus entrevista Bruno Torturra, ouça aqui

Cobertura independente do Mídia NINJA - Blue Bus entrevista Bruno Torturra, ouça aqui

www.bluebus.com.br — Seguimos o princípio da nao-ediçao do Mídia NINJA - abaixo você ouve a entrevista rápida que fizemos com Bruno Torturra, seu fundador. Materia exibida originalmente em meados de junho, resgatada usando o Randomize! Com uma cobertura independente, o NINJA tem pessoas em diversas partes do Brasil e tem feito sucesso pela instantaneidade - transmitiu ao vivo da Rua Augusta, em SP, na última 3a feira, e tem postado fotos no momento em que as coisas acontecem. Ao contrário do que muita gente acredita, usam apenas recursos a que tem acesso - nada de mochilink, como haviam dito.