Jeremy Bowen
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Articles by Jeremy Bowen
'Ação de Trump na Venezuela pode criar um precedente para potências'
Com a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, Donald Trump demonstrou de forma mais contundente do que nunca sua crença no poder de sua própria vontade, sustentada pela força bruta do poder militar dos Estados Unidos. Por ordem dele, os EUA colocaram Maduro atrás das grades e agora irão "administrar" a Venezuela.
Após dois anos de guerra e destruição, Israel e Hamas estão mais próximos do fim do conflito?
As negociações no Egito entre Israel e o Hamas oferecem a possibilidade de um acordo para o fim das mortes e da destruição na Faixa de Gaza e a devolução dos reféns israelenses, vivos e mortos, às suas famílias. Após dois anos de guerra, surge a possibilidade de um acordo para pôr fim às mortes e à destruição na Faixa de Gaza e devolver às suas famílias os reféns israelenses, vivos e mortos. Trata-se de uma oportunidade, mas não se sabe ao certo se o Hamas e Israel irão aproveitá-la.
Após dois anos de guerra e destruição, Israel e Hamas estão mais próximos do fim do conflito?
Após dois anos de guerra, surge a possibilidade de um acordo para pôr fim às mortes e à destruição na Faixa de Gaza e devolver às suas famílias os reféns israelenses, vivos e mortos. Trata-se de uma oportunidade, mas não se sabe ao certo se o Hamas e Israel irão aproveitá-la. É uma sinistra coincidência que as discussões estejam acontecendo exatamente dois anos depois que o Hamas infligiu a Israel um trauma ainda tão profundo.
Análise: Aliados de Israel veem cada vez mais evidências de crime de guerra em Gaza
Dois anos atrás, o Hamas estava dando os últimos retoques em seu plano para atacar Israel. Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acreditava que os palestinos eram um problema a ser administrado. A verdadeira ameaça, ele insistia, era o Irã. A retórica de Netanyahu contra o Hamas permanecia inabalável, mas ele também havia dado permissão para o Catar enviar dinheiro para Gaza.
Análise: Aliados de Israel veem cada vez mais evidências de crime de guerra em Gaza
Dois anos atrás, o Hamas estava dando os últimos retoques em seu plano para atacar Israel. Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acreditava que os palestinos eram um problema a ser administrado. A verdadeira ameaça, ele insistia, era o Irã. A retórica de Netanyahu contra o Hamas permanecia inabalável, mas ele também havia dado permissão para o Catar enviar dinheiro para Gaza.
Análise: Aliados de Israel veem cada vez mais evidências de crime de guerra em Gaza
O Oriente Médio se transformou desde os ataques de 7 de outubro e, quase dois anos depois, o conflito em Gaza se encontra em outro ponto de inflexão. Dois anos atrás, o Hamas estava dando os últimos retoques em seu plano para atacar Israel. Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acreditava que os palestinos eram um problema a ser administrado. A verdadeira ameaça, ele insistia, era o Irã.
Por que plano de Netanyahu para Gaza ameaça dividir Israel, matar palestinos e enfurecer o mundo
A ofensiva para tomar e manter territórios vai acentuar tudo o que torna esta guerra tão controversa. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse à população israelense que "estamos às vésperas de uma incursão intensa em Gaza". Segundo ele, Israel tomaria e manteria o território: "Elas [as tropas] não vão entrar e sair".
Por que plano de Netanyahu para Gaza ameaça dividir Israel, matar palestinos e enfurecer o mundo
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse à população israelense que "estamos às vésperas de uma incursão intensa em Gaza". Segundo ele, Israel tomaria e manteria o território: "Elas [as tropas] não vão entrar e sair". A nova ofensiva foi planejada, de acordo com o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), Effie Defrin, para trazer de volta os reféns restantes.
Por que plano de Netanyahu para Gaza ameaça dividir Israel, matar palestinos e enfurecer o mundo
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse à população israelense que "estamos às vésperas de uma incursão intensa em Gaza". Segundo ele, Israel tomaria e manteria o território: "Elas [as tropas] não vão entrar e sair". A nova ofensiva foi planejada, de acordo com o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), Effie Defrin, para trazer de volta os reféns restantes.
Por que ucranianos voltaram a temer que país deixe de existir
Kiev não parece mais uma cidade em guerra como era há três anos. As lojas estão abertas, e os moradores se atrasam presos em engarrafamentos a caminho do trabalho. Mas, desde 12 de fevereiro deste ano, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para Vladimir Putin, presidente da Rússia, para enviar uma espécie de abraço político de 90 minutos da Casa Branca para o Kremlin, os velhos pesadelos de 2022 sobre a extinção nacional voltaram.
Os temores de que a Síria possa cair no caos após deposição de Assad
No fim dos seus dias, o regime de Bashar al-Assad ficou tão vazio, corrupto e decadente, que entrou em colapso em menos de duas semanas. Todas as pessoas com quem conversei ficaram atônitas com a velocidade em que o regime da Síria se transformou em pó. Na Primavera Árabe de 2011, foi diferente. Os sírios tentaram concentrar uma parte da magia revolucionária que derrubou os presidentes da Tunísia e do Egito — e ameaçava os veteranos homens fortes da Líbia e do Iêmen.
Os temores de que a Síria possa cair no caos após deposição de Assad
No fim dos seus dias, o regime de Bashar al-Assad ficou tão vazio, corrupto e decadente, que entrou em colapso em menos de duas semanas. Todas as pessoas com quem conversei ficaram atônitas com a velocidade em que o regime da Síria se transformou em pó. Na Primavera Árabe de 2011, foi diferente. Os sírios tentaram concentrar uma parte da magia revolucionária que derrubou os presidentes da Tunísia e do Egito — e ameaçava os veteranos homens fortes da Líbia e do Iêmen.
O que ofensiva rebelde na Síria significa para o Oriente Médio e por que é cedo para declarar derrota de Bashar al-Assad
A nova ofensiva da guerra na Síria é a mais recente repercussão da crise que assola o Oriente Médio desde os ataques do Hamas a Israel, em 7 de outubro do ano passado. Os ataques do Hamas e a reação israelense desestabilizaram a região. E os eventos ocorridos na Síria nos últimos dias são mais uma demonstração de que a guerra que assola o Oriente Médio está se agravando, em vez de diminuir.
'Com ataque a Beirute que matou líder do Hezbollah, Israel deixa Ocidente impotente'
É hora de parar de falar sobre o Oriente Médio estar à beira de uma guerra muito mais séria. Após o devastador ataque israelense que matou o líder do Hezbollah Hassan Nasrallah, parece que a região já foi arrastada para esse cenário. A série de explosões que atingiram Beirute na noite de sexta-feira (27/9) e na manhã deste sábado (28) foi uma das mais poderosas ouvidas em qualquer uma das guerras do Líbano, me relatou uma amiga que está na cidade.
'Com ataque a Beirute que matou líder do Hezbollah, Israel deixa Ocidente impotente'
É hora de parar de falar sobre o Oriente Médio estar à beira de uma guerra muito mais séria. Após o devastador ataque israelense que matou o líder do Hezbollah Hassan Nasrallah, parece que a região já foi arrastada para esse cenário. A série de explosões que atingiram Beirute na noite de sexta-feira (27/9) e na manhã deste sábado (28) foi uma das mais poderosas ouvidas em qualquer uma das guerras do Líbano, me relatou uma amiga que está na cidade.
'Com ataque a Beirute que matou líder do Hezbollah, Israel deixa Ocidente impotente'
É hora de parar de falar sobre o Oriente Médio estar à beira de uma guerra muito mais séria. Após o devastador ataque israelense que matou o líder do Hezbollah Hassan Nasrallah, parece que a região já foi arrastada para esse cenário. A série de explosões que atingiram Beirute na noite de sexta-feira (27/9) e na manhã deste sábado (28) foi uma das mais poderosas ouvidas em qualquer uma das guerras do Líbano, me relatou uma amiga que está na cidade.
Netanyahu fica na 'corda bamba' entre pressões opostas dos EUA e de ultranacionalistas por cessar-fogo em Gaza
Saída de dois membros do gabinete de guerra coloca ainda mais pressão sobre primeiro-ministro israelense em relação ao destino do conflito. Talvez Antony Blinken, o secretário de Estado dos EUA, tenha sentido um certo cansaço quando o seu jato se aproximou novamente do Oriente Médio, na sua mais recente viagem à região. Esta é a oitava viagem diplomática de Blinken para lá em oito meses, desde os ataques do Hamas a Israel, em 7 de outubro do ano passado.
Netanyahu walks political tightrope as US seeks Gaza deal Original
Netanyahu walks tightrope as US urges Gaza ceasefire deal Reuters Antony Blinken is visiting the Middle East to seek backing for a new Gaza ceasefire and hostage release deal If diplomats have groundhog days, when they are condemned to reliving the same 24 hours, perhaps Antony Blinken, the US secretary of state, felt a certain weariness as his jet approached the Middle East on his latest trip.
Kharkiv targeted as Russia grows in strength Original
Jeremy Bowen: Ukraine faces its worst crisis since the war began Jeremy Bowen,BBC international editor Getty Images Summer is just starting in Ukraine, and it is looking dangerous. Kharkiv, the country’s second city, in the high north-east close to Russia, is to all intents and purposes defenceless against air attacks. Two guided bombs destroyed a DIY superstore and garden centre on Saturday afternoon when it was crowded with shoppers.
What ICC arrest warrants mean for Israel, Benjamin Netanyahu and Hamas
What ICC arrest warrants mean for Israel and Hamas Jeremy Bowen,International Editor Reuters Israeli PM Benjamin Netanyahu (left) and his Defence Minister Yoav Gallant Benjamin Netanyahu responded with fury to the news that he might face an arrest warrant for war crimes and crimes against humanity. It was "a moral outrage of historic proportions", he said.
Seis meses de guerra em Gaza: as profundas divisões que afastam cada vez mais a paz do Oriente Médio
Após seis meses de guerra em Gaza, divisões dentro de Israel se aprofundam, solução de dois Estados se afasta do desejo dos palestinos e o risco de uma guerra generalizada no Oriente Médio aumenta. Seis meses depois dos ataques do Hamas a Israel, guerra, doenças, fome e mortes fazem parte da devastação sofrida pelos palestinos em Gaza. Já Israel é hoje um país profundamente dividido e o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, tenta com dificuldade manter sua promessa de vitória total na guerra.
Por que morte de agentes humanitários em ataque de Israel põe conflito em Gaza em encruzilhada
Todas as guerras, exceto as mais curtas, passam por momentos em que matar é uma rotina imutável e sombria. Há também períodos, como os últimos dias no Oriente Médio, em que os acontecimentos deixam os beligerantes e os seus aliados numa encruzilhada com grandes decisões que precisam ser tomadas. As escolhas confrontam os líderes dos governos e das forças armadas em Israel e no Teerã, na sede do Hezbollah nos subúrbios a sul de Beirute e mais longe no Golfo, na Europa e na América.
'Querem a terra sem palestinos': o medo na Cisjordânia com a escalada da violência de colonos judeus
Há algumas noites, a escola em Khirbet Zanuta, uma pequena aldeia palestina nas colinas a sul de Hebron, foi destruída, junto com a maioria das casas do local, por uma escavadora. Suas marcas estavam frescas na areia quando chegamos.
'Querem a terra sem palestinos': o medo na Cisjordânia com a escalada da violência de colonos judeus
Israel-Gaza: por que esta guerra é diferente das outras - e qual o papel de EUA e Irã nisso
Se a guerra em Gaza fosse como as outras, um cessar-fogo provavelmente já estaria em vigor. Os mortos teriam sido enterrados e Israel estaria discutindo com a Organização das Nações Unidas (ONU) quanto cimento poderia entrar em Gaza para os esforços de reconstrução. No entanto, essa guerra não é assim. Primeiro, pelo enorme número de mortes, inicialmente pelo Hamas em 7 de outubro, em ação que vitimizou em sua maioria civis israelenses.
Israel-Gaza: por que esta guerra é diferente das outras - e qual o papel de EUA e Irã nisso
Se a guerra em Gaza fosse como as outras, um cessar-fogo provavelmente já estaria em vigor. Os mortos teriam sido enterrados e Israel estaria discutindo com a Organização das Nações Unidas (ONU) quanto cimento poderia entrar em Gaza para os esforços de reconstrução. No entanto, essa guerra não é assim. Primeiro, pelo enorme número de mortes, inicialmente pelo Hamas em 7 de outubro, em ação que vitimizou em sua maioria civis israelenses.
5 conclusões após 4 semanas de guerra entre Israel e Hamas
Uma das primeiras coisas a compreender sobre as reportagens, análises e comentários que têm sido publicados desde os ataques do Hamas a Israel, em 7 de outubro, é que ninguém conhece todos os fatos. Como sempre, é muito difícil penetrar na névoa de uma guerra para perceber o que está acontecendo no campo de batalha. A nova forma do conflito entre israelenses e palestino ainda não surgiu. Os eventos ainda estão acontecendo rapidamente. Os receios de que a guerra possa se espalhar são muito reais.
Análise: a invasão por terra de Israel em Gaza por Israel começou?
O que parece estar acontecendo é que as forças israelenses estão se concentrando no norte da Faixa de Gaza, em Beit Hanoun, e a partir dali avançando um pouco mais ao sul. O exército de Israel não acrescenta nada ao que disse na noite de sexta-feira (27/10). Eles só afirmam que estão acelerando o ritmo de suas operações. A partir de vídeos que surgiram de Gaza nesta manhã, e pelo que pudemos ver ontem à noite ao longo da zona de fronteira, temos evidências de um bombardeio muito, muito grande.
Israeli bombardment is clearing Gaza 'slice by slice' Original
Image source, Shutterstock Image caption, Destroyed buildings in north Gaza BBC International editor, Jerusalem What appears to be happening is that Israeli forces are concentrating on the northern area of the Gaza strip, in Beit Hanoun, and pushing down a bit further south from there. The Israeli army is not adding anything to what it said last night - that it is upping the tempo of its operations.
Como foi ataque a vilarejo israelense onde Hamas matou bebês e famílias inteiras, segundo Israel
Aviso: esta reportagem contém informações e imagens que alguns leitores podem considerar perturbadoras. O kibutz Kfar Aza é um microcosmo dos primeiros dias da guerra entre Israel e o grupo militante palestino Hamas — e também um vislumbre do que pode vir a seguir. Até a manhã desta terça-feira (10/10), conflitos ainda ocorriam no kibutz (vilarejos voltados para a convivência e produção econômica em comunidade) próximo à fronteira com Gaza.
Como foi ataque a vilarejo israelense onde Hamas matou bebês e famílias inteiras, segundo Israel
Aviso: esta reportagem contém informações e imagens que alguns leitores podem considerar perturbadoras. O kibutz Kfar Aza é um microcosmo dos primeiros dias da guerra entre Israel e o grupo militante palestino Hamas — e também um vislumbre do que pode vir a seguir. Até a manhã desta terça-feira (10/10), conflitos ainda ocorriam no kibutz (vilarejos voltados para a convivência e produção econômica em comunidade) próximo à fronteira com Gaza.
Israel: como foi o mais ambicioso e surpreendente ataque do Hamas ao país
Israel foi pega de surpresa pela operação mais ambiciosa que o Hamas já lançou a partir de Gaza. A magnitude do que vem acontecendo é sem precedentes. O Hamas violou a cerca que separa Gaza de Israel em vários lugares no ataque transfronteiriço mais sério que Israel enfrentou em mais de uma geração. Isso aconteceu um dia após o 50º aniversário do ataque surpresa do Egito e da Síria em 1973, que deu início a uma grande guerra no Oriente Médio.
Israel: como foi o mais ambicioso e surpreendente ataque do Hamas ao país
Israel foi pega de surpresa pela operação mais ambiciosa que o Hamas já lançou a partir de Gaza. A magnitude do que vem acontecendo é sem precedentes. O Hamas violou a cerca que separa Gaza de Israel em vários lugares no ataque transfronteiriço mais sério que Israel enfrentou em mais de uma geração. Isso aconteceu um dia após o 50º aniversário do ataque surpresa do Egito e da Síria em 1973, que deu início a uma grande guerra no Oriente Médio.
Israel: como foi o mais surpreendente ataque do Hamas ao país
Israel foi pega de surpresa pela operação mais ambiciosa que o Hamas já lançou a partir de Gaza. A magnitude do que vem acontecendo é sem precedentes. O Hamas violou a cerca que separa Gaza de Israel em vários lugares no ataque transfronteiriço mais sério que Israel enfrentou em mais de uma geração. Isso aconteceu um dia após o 50º aniversário do ataque surpresa do Egito e da Síria em 1973, que deu início a uma grande guerra no Oriente Médio.
Israel's Jenin operation reignites Palestinian anger Original
Image source, Reuters BBC international editor, Jenin, West Bank A thick crust of black ash has settled on the pavements and roads in the centre of Jenin. It comes from barricades of burning tyres set up by young Palestinian men, who prowl streets where they might see an Israeli jeep. Some of them carry rocks or small home-made bombs to hurl at passing Israeli vehicles. In sporadic bursts, gunfire and explosions echo in the refugee camp, which is on high ground above the town centre.
Ukraine war: Countdown has begun on Putin's end, say Kyiv officials Original
Image source, Reuters Image caption, The focus in Kyiv in recent days has been the impact of the Wagner mercenary group's rebellion on the war Attention in the Ukrainian capital has been fixed squarely on the mutiny of the Wagner Group, its leader Yevgeny Prigozhin, and its consequences for Vladimir Putin and the conduct of the war in Ukraine. The drama over the border in Russia has hardened the view in Kyiv that Mr Putin's time as Russia's president is coming to an end.
Syria: Dismay and fear as Bashar al-Assad returns to Arab fold Original
Image source, Getty Images Image caption, Crown Prince Mohammed bin Salman (left) warmly welcomed Bashar al-Assad (right) in Jeddah BBC International editor, Lebanon President Bashar al-Assad strode into the Arab League summit in Jeddah, relishing the clearest recognition yet that he has won his war for Syria. He was embraced by the Saudi Crown Prince Mohammed bin Salman. A decade ago, the Saudis funded anti-Assad militias.
Kherson: Inside the city liberated from the Russians Original
BBC News, Kherson, Ukraine On Friday, Ukrainian troops entered Kherson for the first time since Russia began its occupation in March. Moscow had - just over a month ago - heralded it as its new administrative capital for the Kherson region, following the illegal annexation of four regions in September. At the time, Russia claimed almost all residents backed the move.
Russia-Ukraine war: At the front line of Ukraine's struggle for Kherson Original
Image caption, The BBC spent several days on the front line between Mykolaiv and Kherson The city of Kherson on the Black Sea coast was the biggest prize seized by Russia in the first month after its invasion on 24 February. Now there are suggestions that Russia might be about to give up at least part of it as it prepares defensive lines for the winter. Kherson, its suburbs and outlying villages are spread over both banks of the mighty Dnipro, one of Europe's great rivers.
Ukraine war: Tales of endurance and hardship as winter looms Original
Image caption, This man was being treated for shrapnel wounds Piles of blood-stained stretchers stand ready outside the war hospital in the eastern Ukrainian city of Bakhmut. Medics taking a break, and soldiers who have brought in wounded comrades, stand in the doorway smoking, listening to the incessant drum of heavy autumn rain, punctuated by sharp blasts and dull crumps of shellfire. In the street outside are the burnt-out hulks of cars and vans.
Ukraine war student-turned-soldier: 'Friends die in your arms' Original
By Jeremy Bowen BBC News, Bakhmut Image source, BBC/Jeremy Bowen Maxsym Lutsyk looks older and more serious, and makes fewer jokes, than when I saw him in the days after Russia's invasion of Ukraine. Back then, the 19-year-old had just put university on hold and volunteered to fight. Last week he made a difficult journey out of the Donbas front line, using back roads at night to avoid artillery fire, to pick up supplies for his unit and to tell me what it has been like fighting the Russians.
Massacre: corpos de civis são encontrados em cidade próxima a Kiev
Uma rua da cidade de Bucha, perto de Kiev, ainda guarda os destroços de um comboio russo destruído por uma emboscada ucraniana. (foto: BBC/Lee Durant) Um cenário de devastação, com corpos pelo chão. É essa a imagem que tropas ucranianas dizem ter encontrado ao chegar à cidade de Bucha, próxima a Kiev, a capital da Ucrânia Tropas russas se retiraram de Bucha após serem atacadas por forças ucranianas. Mas antes de sair da cidade, teriam causado mortes de civis.
Corpos de civis são encontrados em cidade próxima a Kiev- Ucrânia acusa Rússia de massacre
Uma rua da cidade de Bucha, perto de Kiev, ainda guarda os destroços de um comboio russo destruído por uma emboscada ucraniana. Foto: BBC/Lee Durant / BBC News Brasil Um cenário de devastação, com corpos pelo chão. É essa a imagem que tropas ucranianas dizem ter encontrado ao chegar à cidade de Bucha, próxima a Kiev, a capital da Ucrânia Tropas russas se retiraram de Bucha após serem atacadas por forças ucranianas. Mas antes de sair da cidade, teriam causado mortes de civis.
Corpos de civis são encontrados em cidade próxima a Kiev- Ucrânia acusa Rússia de massacre
Uma rua da cidade de Bucha, perto de Kiev, ainda guarda os destroços de um comboio russo destruído por uma emboscada ucraniana. Um cenário de devastação, com corpos pelo chão. É essa a imagem que tropas ucranianas dizem ter encontrado ao chegar à cidade de Bucha, próxima a Kiev, a capital da Ucrânia Tropas russas se retiraram de Bucha após serem atacadas por forças ucranianas. Mas antes de sair da cidade, teriam causado mortes de civis.
Guerra na Ucrânia: os jovens ucranianos que abandonaram estudos para lutar
Há pouco mais de uma semana, conheci um grupo de jovens que tinham se voluntariado em um centro em Kiev para lutar pela Ucrânia. A maioria deles estava no final da adolescência e tinha acabado o ensino médio não fazia muito tempo. Eles relataram que receberiam três dias de treinamento básico e depois iriam para a linha de frente - ou muito perto dela.
Guerra na Ucrânia: os jovens ucranianos que abandonaram estudos para lutar
jovens com uniforme militar Foto: BBC News Brasil Há pouco mais de uma semana, conheci um grupo de jovens que tinham se voluntariado em um centro em Kiev para lutar pela Ucrânia. A maioria deles estava no final da adolescência e tinha acabado o ensino médio não fazia muito tempo. Eles relataram que receberiam três dias de treinamento básico e depois iriam para a linha de frente - ou muito perto dela.
Guerra na Ucrânia: os jovens ucranianos que abandonaram estudos para lutar
jovens com uniforme militar Há pouco mais de uma semana, conheci um grupo de jovens que tinham se voluntariado em um centro em Kiev para lutar pela Ucrânia. A maioria deles estava no final da adolescência e tinha acabado o ensino médio não fazia muito tempo. Eles relataram que receberiam três dias de treinamento básico e depois iriam para a linha de frente - ou muito perto dela.
Guerra na Ucrânia: os jovens ucranianos que abandonaram estudos para lutar
Há pouco mais de uma semana, conheci um grupo de jovens que tinham se voluntariado em um centro em Kiev para lutar pela Ucrânia. A maioria deles estava no final da adolescência e tinha acabado o ensino médio não fazia muito tempo. Eles relataram que receberiam três dias de treinamento básico e depois iriam para a linha de frente - ou muito perto dela.
War in Ukraine: Uni to uniform - Ukraine's new teenage army recruits
By Jeremy Bowen BBC News, Kyiv Just over a week ago I met a group of young men who had volunteered at a centre in Kyiv to fight for Ukraine. Most of them were in their late teens, not long out of school. They told me that after three days' basic training they would head for the front line - or very close to it. Maksym Lutsyk, a 19-year-old biology student, told me he wasn't fazed about trying to become a soldier after less than a week of instruction.
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