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Articles by leitor O Globo
Cabral x MPF, por Roberval Fernandes, leitor O Globo Noblat
Roberval Fernandes, leitor O Globo O ex-governador Sérgio Cabral disse ao juiz Marcelo Bretas que foi líder no estado. Realmente, foi líder da quadrilha que dilapidou o Rio de Janeiro, colocando-o numa situação caótica. Esse quadrilheiro e seus asseclas deveriam ser condenados por genocídio, pois deixaram muita gente morrer sem atendimento médico nos hospitais falidos. Além disso, a roubalheira atingiu em cheio os funcionários públicos, com muitos deles passando até fome.
Aécio de volta, por Antonio Mayrink, leitor O Globo Noblat
Antonio Mayrink, leitor O Globo Foi decidido que Aécio Neves retorna para o Senado. Queria saber com que cara ele vai retornar, subir à tribuna, discursar, dar opiniões, enfim, como vai encarar colegas e jornalistas. Enquanto isso, o povo assiste a mais um descaso com a opinião pública. O voto, somente ele, será a resposta para políticos corruptos e mentirosos.
Fora, todos, por Paulo Panossian, leitor O Globo Noblat
Paulo Panossian, leitor O Globo Siglas que formaram quadrilhas para assaltar a Nação, se não foram extintas como merecem, não deveriam ter mais direito ao Fundo Partidário e tampouco a inserções de propaganda política no rádio e na TV. São casos de partidos como o PP, PMDB, e o PT de Lula, que conforme indicam as investigações da Lava-Jato, desviaram centenas de milhões de reais das nossas estatais. O PT, pelas contas de Rodrigo Janot, desviou só na Petrobras R$ 1,4 bilhão.
Partido único, por Wilton Ribeiro Gomes, leitor O Globo Noblat
Wilton Ribeiro Gomes, leitor O Globo Alguém tem dúvidas de que o único partido existente no Brasil, hoje, é o “Só Roubemos”? Basta dizer que cada ato dos elementos que habitam o Congresso deve ser, foi e será movido a propina, também alimentada atualmente por um presidente da República que estimula arduamente tal situação. Os exemplos são diários e a falência das estatais confirma o histórico. Enfim, ser político, aqui, é sinônimo de ser ladrão, daí a necessidade de se criar a censura ao eleitor.
Gilmar passou dos limites
Vladimir Moreyra Duarte, leitor O Globo Gilmar Mendes sempre investe contra os que dele discordam. Prepotente, já bateu boca com os ministros Barbosa, Fux, Barroso, Lewandowski e Marco Aurélio; insultou Rodrigo Janot e afrontou a ética, ao mandar soltar o empresário Barata Filho, cuja filha teve como padrinhos de casamento... Gilmar Mendes e esposa.
Soltando o verbo
Narish Keith, leitor O Globo O ministro Gilmar Mendes é useiro em soltar criminosos, como José Dirceu, condenado no mensalão; Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos, por 52 estupros; e Eike Batista, encrencado na Lava-Jato. Por não ter quem soltar, Gilmar deve estar sofrendo de crise de abstinência. Mas encontrou uma infame opção: soltou os cachorros no procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Que papelão para um ministro do STF! Só soltando o verbo...
O silêncio das ruas
Gilberto Bordallo, leitor O Globo A vitória de Temer na Câmara representa o que de mais podre existe na política. O silêncio das ruas mostra que o povo se alienou do processo político. Muitos gritam: “Os congressistas não nos representam!” Quem os colocou lá? O povo. A falência da gestão pública, o compadrio, a rapinagem aos cofres públicos continuarão. Somos culpados pela inércia. O ronco das ruas se transformou no silêncio de apáticos e vencidos.
Mudança no BNDES
Wandir Pinto Bandeira, leitor O Globo A economista Maria Silvia Bastos Marques, ao aceitar a presidência do BNDES, possivelmente o fez por acreditar que o presidente Temer faria um governo de “salvação nacional”, anunciado por ele ao assumir a Presidência. Mas o que se vê é um governo entre amigos, com ministros e assessores denunciados de participar do mais escandaloso esquema de corrupção do país.
Vandalismo em Brasília
Victor Luiz de Almeida Vohryzek, leitor O Globo A baderna e a violência em Brasília demonstraram o que é a democracia na visão das centrais sindicais. A inspiração venezuelana dos confrontos foi a resposta que encontraram para defender seus próprios interesses. Se estivéssemos em um país decente, os baderneiros estariam sendo acusados de terrorismo e seriam duramente condenados. Por essas terras sem lei encontram amparo em políticos esquerdistas que vivem às custas do dinheiro público ou sindical.
A República grampeada
Rinaldo R. de Aquino Filho, leitor O Globo Moro na Alemanha há muitos anos. Como vou explicar o que ocorre aos amigos daqui? Um presidente toma ciência de um ato de corrupção de relevância, considera o ato criminoso gesto de “solidariedade” e deixa de tomar as medidas cabíveis. Não tem a menor condição de prosseguir no cargo. Que vergonha!
Delações, por Gilberto Souza Esmeraldo, leitor O Globo Noblat
Gilberto Souza Esmeraldo, leitor O Globo Delator não costuma mentir, por saber que pode perder a liberdade. O mesmo não ocorre com os políticos, como Lula, Dilma, Renan e outras dezenas deles que nunca sabem de nada. A promiscuidade entre a Odebrecht e centenas de políticos delatados não pode ficar impune. O STF tem de fazer justiça logo, promovendo punições para as delações devidamente comprovadas.
Delação Preniada
João Teixeira de Azevedo Neto, leitor O Globo O prêmio Nobel deveria ser entregue ao inventor da delação premiada. Inteligentemente, trocamos a redução da pena de alguns maus políticos por uma centena de outros que jamais iriam presos se ela não existisse. Graças à atuação do juiz Sérgio Moro, do Ministério Público e da Polícia Federal, está ocorrendo o que seria impensável anos atrás.
O preço do desemprego
William Maluf, leitor O Globo Quanto custa um desempregado para o país, considerando que, ao não ter renda, também não consome, não paga impostos, não se alimenta. Ele e sua família. Mal nutrido, adoece facilmente, transformando uma simples gripe em pneumonia. Doente, vai para as filas do SUS e lá recebe remédios, de baixo padrão, mas de alto custo para o governo. Ou melhor, para o contribuinte. Física e moralmente fragilizado, é presa fácil do crime, que lhe acena com a chance de “ganhar algum”.
Às ruas pela Lava Jato
Fábio Irani Juliano, Leitor O Globo Diversas autoridades das três esferas do poder (de todos os entes da federação) envolvidas na Lava-Jato começam, agora de modo explícito, a tentar melar esta operação importantíssima para assepsia do Estado. Está na hora de os movimentos sociais deste país colocarem os blocos nas ruas e convocarem todos os cidadãos para a causa.
Lava-Jato, por Alter B. Heyme, leitor O Globo Noblat
Alter B. Heyme, leitor O Globo A delação premiada tem mostrado ser uma ferramenta poderosa de combate ao crime. Com a delação de cúmplices, tem-se alcançado a desestruturação de poderosas organizações criminosas. Era de se prever que surgiria uma forte insurgência dos envolvidos que ocupam o topo da cadeia criminosa. Tentativas de alterar a legislação, para intimidar e tolher o trabalho dos agentes da lei, confirmam tais vaticínios.
Escolhas no STF, por Estevão da Silva Ribeiro, leitor O Globo Noblat
Estevão da Silva Ribeiro, leitor O Globo Sou contra o método de escolha de ministros dos tribunais superiores. Deveria ser feito por um colegiado, nos próprios tribunais, onde haveria mais isenção nas escolhas. E não escolhas políticas, como a de Dias Toffoli, que não preenchia os requisitos básicos para o cargo. Além do fato de ter sido advogado de um partido político. Só no Brasil soa como coisa normal e corriqueira. Essas indicações são um verdadeiro escândalo institucional.
Que país é esse?
Anánder Kleinman, leitor O Globo “Está na hora de eu ajudar a passar as coisas a limpo”, diz Eike Batista, assumindo o papel de corrupto do bem. , Réu pela quinta vez, três no âmbito da Lava-Jato, Lula, indignado, processa o juiz Moro por abuso de autoridade. Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, apontado como homem-forte do PT no esquema de corrupção, ficou indignado ao ser preso: “Que país é esse?”.
Em defesa Lava-Jato
Guilherme Pessanha Mary, Leitor O Globo A Lava-Jato tem inimigos poderosos, alguns declarados (poucos) e outros tantos, ocultos. A opinião pública tem que ficar atenta, principalmente quando políticos falam em pacificação. Há evidente desvio de propósito, pois a atuação da PF e do MPF é a aplicação da lei penal no combate a todas as manifestações de corrupção.
Eike X Cabral , por Geraldo Lisbôa, leitor O Globo Noblat
Geraldo Lisbôa, leitor O Globo Seduzido por Eike Batista, Sérgio Cabral viu no empreendedor a oportunidade de resolver seus problemas financeiros e os do empresário pelo resto da vida. E criou a equação X + Y. Para mostrar boa vontade, Eike logo enviou-lhe US$ 16,5 milhões, sempre no exterior. Também querendo mostrar serviço, o ex-governador facilitou para Eike projetos previstos para o estado e isenção dos impostos, já que o empresário se tornara seu grande patrocinador nas obras do RJ.
Conversa para boi dormir
Narish Keith, leitor O Globo O pioneiro foi Renan Calheiros, que ainda precisa explicar ao STF a “venda” de gado para bancar as despesas da amante e da filha fora do casamento. Eduardo Cunha, para justificar milhões de dólares, triturou a carne, enlatou e exportou para a África. José Carlos Bumlai, o amigão de Lula, laranja de um empréstimo bancário de R$ 12 milhões para o PT, “quitou” o débito com sêmen de boi.
O uso político da morte
Pedro Macedo Masculino de Souza, leitor O Globo Inaceitável que a morte de dona Marisa Letícia seja usada de forma política, seja por quem for. , O uso político desse tocante acontecimento é uma atrocidade, uma covardia. A dor da perda deve ser respeitada. Não podemos ser desumanos em virtude de diferentes posicionamentos político-partidários. É um momento que requer parcimônia de todos. Vamos poupar dona Marisa de se tornar um símbolo político de luta. É preciso ter sensibilidade.
Pedido de vista, por Ariston Carvalho Oliveira, leitor O Globo Noblat
Ariston Carvalho Oliveira, leitor O Globo Na abertura do ano judiciário do STF, coube ao decano Celso de Mello prestar justas homenagens a Teori Zavascki. Mello afirmou que a morte do relator da Lava-Jato ocorreu em um “momento de graves e profundas inquietações”.
Lava-Jato, por Luiz Antonio R. Mendes Ribeiro, leitor O Globo Noblat
Luiz Antonio R. Mendes Ribeiro, leitor O Globo A ministra Cármen Lúcia analisa homologar delações de executivos da Odebrecht e evitar atrasos na Lava-Jato. Assuma este encargo, ministra, e depois defina o novo relator da operação. Escolhê-lo, agora, pode atrasar o processo. Nova equipe para analisar delações, mudar o foco da condução deste processo etc., e surpresas assim, ministra, ninguém quer. Mas alguns de seus colegas do STF discordam que ela homologue as delações.
Oceano de propinas
Otto Azoi, leitor O Globo Não pensemos que acontece apenas intramuros nos presídios. O Brasil está dominado por facções que tomaram o poder político nos mais diversos níveis, e tiveram sucesso em se apropriar da riqueza nacional em proveito próprio, indiferentes ao povo, que, ao fim e ao cabo, paga a conta da corrupção desenfreada. Os corruptos, que agiam impunemente, estão acuados. A hora do acerto de contas com Eikes, Cabrais e outros mais chegou.
Operação Eficiência
José Luiz Villas-Bôas, leitor O Globo Não é que o ex-governador preso — e colaboradores mais íntimos — têm outro mandado de prisão expedido? A Operação Eficiência traz à tona outros Cabrais — irmão, ex-mulher... —, gente ligada ao Flamengo e ainda o conhecido Eike Baptista, que sai do país, na véspera, e com passaporte alemão. Quanta eficiência! Lavagem, eis seu nome, e quanta lavagem! E o Cabral, segundo a imprensa, estaria deprimido em Bangu, chorando, com medo dos outros presidiários.
Dúvida no Supremo
Marcos Coutinho, leitor O Globo Para que sejam evitados questionamentos dos envolvidos e dos que ainda farão parte do pacote de delações da Odebrecht que está para ser homologado, é necessário que a ministra Cármen Lúcia tenha muita cautela e tome a decisão certa, sem pressa, observando a lei em detalhes, porque desta delação constam nomes de políticos poderosos, que terão os melhores advogados, os quais tentarão achar erros no processo e, caso consigam, o sucesso da Lava-Jato estará...
Luta desigual , por Antonio Negrão de Sá, leitor O Globo Noblat
Antonio Negrão de Sá, leitor O Globo Tudo é omissão de governantes do passado, não apenas as cadeias. Na realidade, tudo vem desde Cabral. Mas não é essa a questão central dessas rebeliões. A questão é uma só e bem simples: o tráfico de drogas (e, como consequência, de armas) venceu a guerra. Prisão é um detalhe. O tráfico controla as prisões, independentemente do que venha a acontecer e das medidas a serem tomadas. As autoridades penitenciárias e governamentais estão desmoralizadas. O resto é teatro.
O futuro da Lava-Jato
Ariston Carvalho Oliveira, leitor O Globo A morte do ministro Teori nos deixou um legado de incertezas na condução da Lava-Jato. Como nomear um relator republicano, isento e que não tenha sido contaminado pela política? Aguardar nomeação de Temer, nem pensar. Sortear um novo relator dentro da própria Corte, um risco desnecessário para a democracia, considerando que há ministros próximos de políticos envolvidos no escândalo.
Ordens do tráfico
Flávio José de Almeida, leitor O Globo Quando o tráfico manda fechar o comércio em luto pela morte de algum traficante, a vergonha não é de quem é obrigado a fechar e nem da polícia, que não tem condições de garantir a segurança. A vergonha tem de ser jogada na conta dos políticos omissos, ausentes, coniventes, covardes e, muito deles, bandidos. A prova é que alguns estão presos. Em minha opinião, não há diferença entre tráficos de drogas e corrupção.
Inferno no Cárcere
Ricardo Luiz Coutinho de Souza, leitor O Globo No Brasil, não há penitenciária agrícola decente para criminosos recuperáveis. Não há presídios de trabalho forçado para praticantes de crimes hediondos. Não há prisão perpétua para irrecuperáveis em colônias agrícolas e de produção industrial. Não há pena de morte para psicopatas. O que há são depósitos de condenados e de presos sequer ainda julgados.
Cortar a luz, por Reinaldo Oliveira, leitor O Globo Noblat
Reinaldo Oliveira, leitor O Globo Algumas empresas endividadas contratam os chamados feitores, que adotam sempre medidas fantasiosas como apagar luz, cortar funcionários, cafezinho etc., e que elas vão salvar a empresa. Como são ações apenas para impressionar, na maioria das vezes, resultam na piora econômica da empresa. Profissionais criativos e inteligentes que procuram aumentar a arrecadação primordialmente e fazer a redução de despesas com inteligência são mais difíceis de se encontrar.
Carona para Lisboa
Paulo Frederico Soriano Dobbin, leitor O Globo Um político, notadamente se for candidato a cargo eletivo, quando viaja em aeronaves de empresários arranha a ética pública e o fato repercute mal. O que dizer quando o presidente do TSE, prestes a julgar a continuidade do mandato do presidente da República, torna-se carona no avião do próprio réu, em viagem particular? Não há como a necessária imparcialidade do juiz deixar de ser ferida.
Bônus a servidor
José Paulo de O. Alves, leitor O Globo Numa decisão estapafúrdia, o Planalto decide premiar funcionários da Receita Federal e auditores fiscais do Trabalho, inclusive aposentados, com vistas a aumentar arrecadação. Cerca de 45 mil servidores receberão esse dinheiro extra — 18 mil ainda trabalham e os outros 27 mil são aposentados e pensionistas.
Por mais humanidade
Márcio Mourão, leitor O Globo Nesta questão dos presídios, observam- se erros do poder público: na formação do cidadão, evitando a predisposição ao crime, e isto só se alcança com educação de qualidade; e na falência em gerir um sistema carcerário reabilitante. Qualquer ser humano deve ter nova chance, por maior que tenha sido seu erro.
Massacre em presídios
Nelson Nóbrega, leitor O Globo As execuções em presídios do país decorrem de explosiva receita que tem como ingredientes desde a obsolescência dos códigos Penal e de Processo Penal e o descaso das autoridades com presos até grandes pitadas de corrupção entre os que transportam e os que deixam entrar armas e celulares nas cadeias.
Mais um massacre
Antonio José Pinheiro de Carvalho, leitor O Globo Com quase cem presos chacinados em dois presídios do país em menos de uma semana, quantos mais precisam ser decapitados antes que tenham segurança e fiquem realmente confinados? O que falta para que nosso sistema penitenciário seja refundado? Acredito que nos EUA e em outros países, a operação dos presídios seja da iniciativa privada.
Inferno no cárcere
Dick S. Mello, leitor O Globo Entregar a administração de presídios à iniciativa privada é temeridade de consequências previsíveis. Além da falta de experiência numa área bem peculiar, tal procedimento favorece a subcontratação, de forma fraudulenta, de outras empresas para fornecimento e prestação de serviços necessários ao funcionamento dos presídios. Por que os governos estaduais não firmam convênios com o Exército para administrar as principais prisões do país?
Inferno no cárcere
Helvécio Araújo Castro, leitor O Globo Não bastasse essa última barbárie no complexo penitenciário de Manaus, com a morte de 56 presos, sob a égide dos governos federal e estadual, vem a notícia que o governo municipal sabia que a carnificina aconteceria e não avisou ao governo federal. O que falta para que possamos ficar inertes, como os governos federal, estaduais e municipais? Providências enérgicas são urgentes. Ou vamos ter de esperar acontecer o que ocorreu em Pedrinhas (MA)?
Desgovernado, por Nelsimar Vandelli, leitor O Globo Noblat
Com aquela cara de paisagem de sempre, o governador do Rio, como se nada tivesse a ver com a terrível crise do estado, veta a proposta de redução do seu salário. “Pimenta nos olhos dos servidores em penúria é refresco”. Seu confrade em Minas Gerais, com o estado em calamidade financeira, usa um helicóptero como se fosse um Uber de luxo para buscar seu filho numa festa. E declara legal o abuso.
Servidores sem pagamento
Ana de Azevedo, leitor O Globo Governantes no Brasil são irresponsáveis. Brincam com o dinheiro público e causam situações como a de milhares de funcionários públicos estaduais, incluindo eu, que começaram 2017 sem a menor perspectiva de terem os salários pagos em dia nem de receberem o décimo terceiro. Duvido muito que técnicos da equipe do ex-governador Sérgio Cabral e do atual, Luiz Fernando Pezão, não os tenham alertado há tempos para o risco de o estado entrar em colapso financeiro.
Preste atenção, Eike
Luiz Felipe Schittini, leitor O Globo Eike Batista tem a oportunidade ímpar de fazer algo para o país. Um conhecido era proprietário de uma fábrica de pizzas, há 30 anos, e soube de uma máquina que multiplicaria a sua produção diária. Foi a um órgão do governo solicitar empréstimo, e o funcionário que o atendeu deixou claro que o dinheiro sairia mediante 30% de comissão. É assim que o país funciona.
Crime e castigo, por Alexandre Ney O. Raed, leitor O Globo Noblat
Alexandre Ney O. Raed, leitor O Globo Em sendo de 70% o total da corrupção nas cidades a atingir as áreas de saúde e educação, segundo os órgãos públicos de fiscalização, óbvio que muitos cidadãos morreram em decorrência da mesma. Trata-se a corrupção de governantes, sem dúvida, de crime doloso, e de homicídio coletivo com dolo eventual. Ou seja, o agente não queria o resultado, mas deveria prever que a sua conduta poderia produzi-lo.
Inúteis e nocivos
Steven Arnold, leitor O Globo Em Brasília, deputados mutilam o pacote anticorrupção, e aprovam renegociação de dívida dos estados eliminando contrapartidas. O presidente do Senado não obedece ao STF. Ministros perdem cargos por envolvimento em corrupção. Em São Paulo e outros municípios, vereadores resolvem aumentar seus salários. No Rio, criam o Dia do Anão. A maioria dos políticos do país é inútil e até mesmo nociva. Suga uma fortuna, atrapalha e é corrupta.
Falta de comendo
Carlos Antonio Nogueira Filho, leitor O Globo O dinheiro público, na gestão PT, não foi suficiente para atender aos ralos da corrupção e da má gestão, e teve que ser suplementado por dívidas que levaram o país ao caos. Tirar aquela turma foi um avanço, mas a matroca administrativa continua, na falta de visão dos três poderes de que há necessidade de medidas fora da curva para evitar uma convulsão social. Não é possível cobrar medidas duras ao povo sem interferir na turma do brioche.
Crime hediondo, por Mario Negrão Borgonovi, leitor O Globo Noblat
Mario Negrão Borgonovi, leitor O Globo Uma das notícias que mais me chocaram ultimamente foi a descoberta de que desvio de verbas das áreas de saúde e educação representam quase 70% do total da corrupção das cidades. Segundo o jornal “O Estado de S.Paulo”, os desvios foram descobertos por Ministério da Transparência, CGU, Polícia Federal e Ministério Público Federal.
Suborno, por Helena Maria de Souza, leitor O Globo Noblat
Helena Maria de Souza, leitor O Globo Além de saquear nossos cofres públicos, a Odebrecht também avançou sobre países notadamente pobres da América Latina, que tem agentes, funcionários públicos e políticos passíveis ao exercício da corrupção.
A conta não fecha
José Paulo de O. Alves, leitor O Globo O governo sugeriu uma ajuda financeira, por três anos, a todos os estados, não cobrar as dívidas existentes, desde que os governadores concordassem em tomar providências de redução de despesas, venda agressiva de ativos e o que mais fosse possível, para aliviar a situação do país.
Começar tudo de novo
Renato Murad, leitor O Globo A descrença e a falta de credibilidade são tamanhas no Legislativo, no Executivo e no STF, que resta àqueles com alguma dignidade renunciar a seus cargos. Iniciar um processo de renovação já (que se faz necessária) com gente séria, ficha limpa, que não está envolvida em quedas de braço entre poderes e com competência indiscutível. Seria um bom começo para amenizar a crise que vivenciamos.
Linguagem chula, por Gilberto Iores Zweili, leitor O Globo Noblat
Gilberto Iores Zweili, leitor O Globo Após ultrajar a mais alta Corte de Justiça do país, o todo-poderoso presidente do Senado desacata agora o Ministério Público, acusando a instituição de oferecer contra ele denúncias de cunho vingativo, “feitas nas coxas”. Não bastasse a afronta, o sr. Renan Calheiros julga-se no direito de usar linguagem inapropriada, chula, que não condiz com o decoro que se espera do presidente de uma Casa legislativa. Até quando, srs. ministros do STF?
Sobre a reforma da Previdência
Precisamos fazer entender que o povo precisa de transparência nas soluções simplistas apresentadas na reforma da Previdência. Todas as contas de entrada e saída relativas a cada previdência deveriam ser expostas ao povo de forma que este pudesse ver o que ocorre com cada uma, em vez de sermos iludidos com déficits. Se no projeto consta que a previdência do militar não está analisada agora e muito menos as da Câmara e do Senado, para o povo esta reforma não é honesta.
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