Do comunicado da Fundação Lemann: "O Brasil já teve avanços importantes em transparência, especialmente entre 2007 e 2013, com a ampliação da divulgação de microdados que permitiram análises detalhadas, incluindo investigações sobre trajetórias escolares e desigualdades. Entre 2014 e 2017, ajustes foram feitos para conciliar segurança e abertura. A partir de 2018, porém, o acesso passou a sofrer restrições, acentuadas em 2022, com justificativas relacionadas à adequação à LGPD.