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Articles by Murillo de Aragão
A inovação na regulamentação dos precatórios
A negociação de precatórios no Brasil está prestes a passar por uma transformação institucional relevante. A iniciativa anunciada em 6 de outubro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Banco Central (BC), sob a liderança de Edson Fachin e Gabriel Galípolo, vai além de uma atualização das regras aplicáveis à cessão de créditos judiciais.
O Brasil que sai das urnas
Pular para o conteúdo 🗳️ Fique por dentro das eleições, pesquisas e análises com Veja Digital por apenas R$ 1,99/mês. Assine agora! 🗳️ Fique por dentro das eleições, pesquisas e análises com Veja Digital por apenas R$ 1,99/mês. Assine agora! Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF) (Gustavo Moreno/STF) Continua após publicidade Ler Resumo As eleições impactam diretamente a relação entre os Poderes no Brasil.
A eleição dos convictos
A 14ª rodada da pesquisa Nexus/BTG - 2.003 eleitores ouvidos por telefone entre 11 e 13 de setembro, registrada no TSE sob o protocolo BR-04076/26, com margem de erro de dois pontos percentuais - reforça uma tendência que as treze rodadas anteriores já vinham apontando: o eleitor brasileiro chega à reta final da eleição de 2026 com posições bastante consolidadas. A essa altura, a campanha parece ter menos espaço para convencer do que para mobilizar.
Análise: A largada dos dois passados
A campanha de 2026 começou como um duelo de cenografias. Lula escolheu a Vila Euclides, em São Bernardo do Campo — o estádio onde discursou em 1979 como líder dos metalúrgicos, antes mesmo da fundação do PT. Flávio Bolsonaro escolheu Copacabana, palco tradicional das mobilizações bolsonaristas, de colete à prova de balas e camisa com os dizeres “Meu partido é o Brasil”. Nenhum dos dois falou do futuro. Ambos convocaram o passado. O simbolismo de Lula é o da origem.
Análise: Os sete riscos de Lula, entre o favoritismo e a vitória
Lula pode perder a eleição? Há alguns meses, a pergunta, no meio dos especialistas, teria como resposta um não. Agora, é hipótese realista. A última Quaest mostra Lula com 43% e Flávio Bolsonaro com 40% no segundo turno. Tecnicamente, um empate. Em julho, a diferença era de oito pontos. Lula continua favorito. Ocupa a Presidência, mantém base sólida, comunica como poucos e enfrenta um adversário cuja rejeição também é alta. Mas favoritismo não é vitória antecipada.
Carta ao futuro presidente
Ler Resumo O Brasil é governado por uma “pentarquia”, onde o presidente detém menos poder. O mandato de Lula foi tumultuado, e o futuro presidente enfrentará desafios fiscais, institucionais, externos, de segurança e administrativos. O texto ressalta a complexidade do cenário e a imperiosa necessidade de método, disciplina, diálogo e coragem para o próximo governante. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Psicodrama eleitoral | Murillo de Aragão
Ler Resumo As eleições de 2026 se desenrolam como um psicodrama complexo, repleto de corrupção, tensões institucionais e um eleitorado insatisfeito. Em meio a crises econômicas e geopolíticas, o Brasil enfrenta um cenário de polarização, desinformação e escolhas difíceis. Entenda os desafios. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A República da atenção
Ler Resumo Em um mundo de informação abundante, a atenção tornou-se o bem mais valioso. O texto analisa como essa “economia da atenção” fragmenta a sociedade e a política, transformando nosso foco em uma moeda de poder. Plataformas vendem nosso olhar, e campanhas disputam visibilidade sobre propostas, substituindo a reflexão pela reação. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. Vivemos um tempo em que a atenção virou o bem mais valioso.
O impacto externo e as eleições
Pular para o conteúdo Receba 4 Revistas em casa por 35,90/mês Donald Trump - 27/5/2026 (Win McNamee/Getty Images) Continua após publicidade Ler Resumo As eleições brasileiras de hoje, como em 1945, são fortemente influenciadas por fatores externos. Disputas geopolíticas por terras-raras, guerra tarifária e a classificação de facções como terroristas pelos EUA moldam o cenário. Essa intromissão, explorada por Lula e Flávio Bolsonaro, pode ser decisiva em uma disputa apertada.
Eletrocardiograma eleitoral | Murillo de Aragão
Pular para o conteúdo Receba 4 Revistas em casa por 32,90/mês O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) (Marcelo Camargo/Agência Brasil/Ton Molina/Agência Senado/Divulgação) Continua após publicidade Ler Resumo As eleições presidenciais brasileiras seguem um ritmo instável, com Lula e Flávio Bolsonaro em disputa acirrada. Erros e escândalos movem o tabuleiro, com o financiamento do filme do clã Bolsonaro gerando desgaste.
A indefinição ainda predomina
Ler Resumo Apesar das análises de mercado, as eleições presidenciais de 2026 estão longe de serem decididas. O cenário, influenciado por fatos novos e conflitos institucionais, exige cautela. Vazamentos e fragilidades dos candidatos reconfiguram o tabuleiro, tornando os detalhes cruciais para o desfecho. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. A expectativa sobre o resultado das eleições é uma constante no mundo econômico.
A Suprema Corte americana e o espelho brasileiro
Um editorial publicado recentemente pela revista The Economist, intitulado "Judicial Descent: Why the Supreme Court May Go the Same Way as Congress", examina a dinâmica atual da corte suprema norte-americana. E ressalta, em particular, um fenômeno que transcende as fronteiras do país: o aumento da individualização do Poder Judiciário, o enfraquecimento dos valores institucionais e a conversão das Cortes em espaços de confronto ideológico manifesto.
Acordo, atrito ou ruptura
Ler Resumo O Brasil enfrenta uma crise institucional sem precedentes, marcada pela rejeição de uma indicação ao STF no Senado e pela fragilidade presidencial. A nação navega entre a dependência do STF, o clientelismo e cenários de acordo, atrito ou ruptura, questionando a capacidade de lideranças para solucionar o impasse. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Um Brasil imprudente e desavisado
Ler Resumo O Brasil vive perigosamente devido à mediocridade de suas lideranças. O país enfrenta vulnerabilidades em comércio, energia e defesa, além de conflitos internos entre poderes e elites omissas. A falta de preparo e a instabilidade institucional criam um ambiente hostil ao investimento, comprometendo o futuro. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. O Brasil gosta de viver perigosamente.
Desdobramentos do caso Master
Por Murillo de Aragão | 10 de abril de 2026 Trato de como poderia acabar a crise estabelecida a partir dos novos fatos relacionados ao Banco Master. Basicamente, três fórmulas se apresentam, podendo gerar variantes entre si. A primeira é o tradicional “empurrar com a barriga”: protelar, administrar o desgaste e aguardar que o tema seja soterrado por outros escândalos.
O incêndio na pizzaria
Por Murillo de Aragão | 3 de abril de 2026 Vivemos em um país onde o Estado é maior que a sociedade e os detentores do poder sempre exerceram contenção de danos em nome da manutenção da institucionalidade e da tutela de nós, a patuleia. Mesmo que custasse atropelar a Constituição, que, nos dias de hoje, nos faz lembrar de como a chamavam no Império: a defunta. Já não há estado de direito nem contenção moral de muitos que dirigem o país.
O incêndio na pizzaria
Ler Resumo O Brasil vive um cenário de Estado disfuncional e corrupção sistêmica. A ‘Pizzaria Brasília’ está em chamas, com escândalos que vão de desvios a falhas na Constituição. Políticos agem em um ‘teatro Kabuki’, priorizando eleições enquanto a sociedade se distrai. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Brasília como Cidade dos Homens
Por Murillo de Aragão | 30 de março de 2026 Santo Agostinho estava certo sobre política. Não por ter elaborado uma teoria institucional refinada — afinal, era teólogo, não cientista político. Mas porque identificou algo que o Brasil de 2026 evidencia com total clareza: a política não é um espaço de procedimentos e regras. É um espaço em que a direção das vontades define se o sistema funciona ou entra em colapso.
Uma disputa acirrada
Por Murillo de Aragão | 27 de março de 2026 As eleições presidenciais deste ano são um evento propício a surpresas. O presidente Lula (PT), na condição de dono da caneta e do poder de fazer benesses, é o favorito, mas com evidentes fragilidades, que podem comprometer o seu favoritismo. Quais são elas? São tantas que poderiam compor um dicionário.
Decisão do STF sobre o ICMS pode impactar o preço dos combustíveis
Por Murillo de Aragão | 27 de março de 2026 O Supremo Tribunal Federal examina, no âmbito do Tema 1258 da repercussão geral, uma controvérsia de natureza tributária com capacidade de gerar efeitos significativos sobre o mercado de combustíveis e sobre o equilíbrio federativo estabelecido pela Constituição Federal de 1988.
Uma disputa acirrada | Murillo de Aragão
Ler Resumo Mesmo com favoritismo e a máquina pública, Lula enfrenta fragilidades cruciais nas eleições. Um governo desunido, palanques estaduais fracos, escândalos e incertezas econômicas podem abalar sua candidatura. Entenda por que a reeleição não está garantida e o que o aguarda. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. As eleições presidenciais deste ano são um evento propício a surpresas.
Calmaria antes da tempestade
Por Murillo de Aragão | 21 de março de 2026 O clima político é de calmaria tensa, entremeada por rumores, boatos e suposições que atiçam a curiosidade dos observadores da política nacional. Brasília é hoje uma espécie de parque temático de escândalos.
Calmaria antes da tempestade
Pular para o conteúdo Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 5,99 CPMI do INSS (Geraldo Magela/Ag. Senado) Continua após publicidade Ler Resumo Brasília, um ‘parque temático de escândalos’, vive uma calmaria tensa. O caso INSS, desvios em emendas e o ‘master’ escândalo do Banco Master – com festas, grampos e suicídio – agitam a política. Ninguém está no controle, e o risco de um grande incêndio institucional é iminente. Leia mais. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Presunção, desalento e leviandade
Por Murillo de Aragão | 16 de março de 2026 Ao tratar de Aristóteles em Il Convivio, Dante nos oferece uma observação que atravessa os séculos com espantosa atualidade: a alma humana adoece. E adoece, sobretudo, quando o intelecto deixa de cumprir sua função essencial, que é buscar compreender a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse. As doenças da alma, tal como descritas por Dante a partir de Aristóteles, não são metáforas vagas.
Uma indigestão institucional | Murillo de Aragão
Ler Resumo O sistema institucional brasileiro sofre de oclusão, incapaz de digerir uma série de escândalos. Com tempos desconectados entre STF, governo e Legislativo, e vazamentos acelerados, o risco é a “normalização do inaceitável”, minando a eficiência e legitimidade da democracia no país. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Sociedade de escândalos
Por Murillo de Aragão | 6 de março de 2026 Não é pessimismo excessivo perceber que a realidade que nos cerca traz sinais extravagantes. Desde o século passado, as instituições no Brasil enfrentam grave crise de confiança. E sem confiança não há estado de direito, já que, sem acreditar no poder das instituições, não há como seguir suas regras. Todos os regimes colapsam quando se perde a confiança nas instituições.
Sociedade de escândalos | Murillo de Aragão
Pular para o conteúdo Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90 Relações políticas entre o Executivo e o Legislativo são firmadas em torno de uma fisiologia baseada em favores (Vinicius Loures/Câmara dos Deputados) Continua após publicidade Ler Resumo O Brasil enfrenta uma grave crise de confiança nas instituições, levando à decadência do estado de direito. A opacidade, o monocratismo e a fragmentação política são sintomas de um “gatopardismo” que impede reformas reais.
A República das Emergências Permanentes
Por Murillo de Aragão | 2 de março de 2026 O cenário político brasileiro acelerasse exponencialmente. Na década de 1990, as crises persistiam por meses até se esgotarem. Nos anos 2000, para se manterem relevantes, necessitavam de alimentação semanal – o Mensalão estendeu-se por anos sem competição significativa com outros escândalos. Na década de 2010, as crises também duravam semanas, sustentadas nas manchetes pela transformação dos episódios em narrativas novelísticas.
Litigiosidade e Imprevisibilidade
Por Murillo de Aragão | 27 de fevereiro de 2026 No Brasil, a combinação de corrupção sistêmica com a mutação do presidencialismo produz um efeito particularmente corrosivo: a erosão da previsibilidade institucional. Os Três Poderes operam segundo lógicas próprias, frequentemente conflitantes, gerando um ambiente de incerteza permanente que compromete o funcionamento do Estado e a confiança dos agentes econômicos.
O fim da Nova República | Murillo de Aragão
Pular para o conteúdo Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90 Ulysses Guimarães levanta um exemplar da Constituição do Brasil (JOAO RAMID/Dedoc) Continua após publicidade Ler Resumo A Nova República, sistema político brasileiro pós-ditadura, falhou em sua promessa de estabilidade. Marcada por escândalos contínuos, conflito entre Poderes e uma Constituição fragilizada por emendas, o regime se aproxima do esgotamento, exigindo consensos para evitar a degradação irreversível.
Brasil e o Caminho do Insucesso
Por Murillo de Aragão | 19 de fevereiro de 2026 O Brasil não pode ser considerado uma nação pobre ou insignificante. Está entre as economias mais importantes do planeta, com abundantes recursos naturais, forte mercado doméstico, sistema financeiro avançado e empresas competitivas em múltiplos setores. Contudo, não consegue avançar consistentemente. Seu crescimento é irregular, com períodos de retração durante crises e estabilização em níveis medianos.
O Senado como cenário central | Murillo de Aragão
Pular para o conteúdo Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90 Senado (Andressa Anholete/Agência Senado) Continua após publicidade Ler Resumo As eleições de 2026 vão além da corrida presidencial. A verdadeira disputa estratégica está na formação da maioria no Senado Federal, que definirá o equilíbrio de Poderes e a governabilidade.
STJ retoma julgamento sobre créditos de PIS e Cofins em combustíveis em 11 de fevereiro
Por Murillo de Aragão | 10 de fevereiro de 2026 A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta quarta-feira (11) o Tema Repetitivo nº 1.339, que trata da interpretação da Lei Complementar nº 192/2022 e da possibilidade de aproveitamento de créditos de PIS e Cofins no regime monofásico aplicado ao setor de combustíveis. O julgamento foi iniciado em novembro de 2025 e interrompido por pedido de vista após a apresentação do voto do relator.
Detalhe que elege presidente
Por Murillo de Aragão | 7 de fevereiro de 2026 A política costuma ser narrada como o reino das grandes decisões, dos pactos históricos e dos movimentos calculados. Mas, na prática, ela também é moldada por gestos miúdos, ritos respeitados — ou ignorados — e escolhas que parecem secundárias no momento em que são feitas. Poucos episódios ilustram isso tão bem quanto a eleição presidencial de 1989.
STJ retoma julgamento sobre créditos de PIS/Cofins nos combustíveis
O STJ retoma, em 11/2/26, o julgamento de um dos temas tributários mais sensíveis para o setor de combustíveis nos últimos anos. Em análise está o Tema repetitivo 1.339, que discute os efeitos da LC 192/22 - editada no auge da crise energética - sobre o direito ao creditamento de PIS e Cofins no regime monofásico. O julgamento teve início em novembro de 2025, mas foi interrompido por pedido de vista do ministro Teodoro Silva Santos após o voto do relator.
O ano dos cavalos loucos
Por Murillo de Aragão | 30 de janeiro de 2026 No horóscopo chinês, o ano do cavalo começa em 17 de fevereiro de 2026 — símbolo de movimento, energia e impulsividade. No Brasil, a efeméride foi antecipada. E tudo indica que não será apenas o ano do cavalo. Por aqui será o ano dos cavalos loucos: veloz, desordenado, radicalizado, perigosamente indiferente a limites. A corrida política começou antes do tiro de largada. E começou em alta rotação.
Segurança pública e eleições | Murillo de Aragão
Pular para o conteúdo Oferta de Verão: VEJA por apenas 7,99 A segurança pública é assunto de grande impacto emocional (Fabiano Rocha/Agência O Globo/.) Continua após publicidade Ler Resumo Declarações presidenciais sobre segurança pública, como as de Lula, criam desalinhamento com a percepção da população. A relativização de crimes enfraquece o governo, gerando impacto eleitoral negativo ao focar em causas, enquanto o eleitor lida com as consequências da violência.
O favoritismo instável de Lula
Por Murillo de Aragão | 16 de janeiro de 2026 A pesquisa Genial/Quaest de janeiro de 2026 oferece um retrato mais sofisticado do que a simples leitura de intenção de voto costuma sugerir. Ela confirma que Lula entra no ciclo pré-eleitoral como favorito, mas expõe, ao mesmo tempo, os limites estruturais desse favoritismo e a fragilidade política que o sustenta. É inegável que Lula parte em vantagem.
CNI aciona STF contra restrição a benefícios fiscais protegidos
Por Murillo de Aragão | 15 de janeiro de 2026 A Confederação Nacional da Indústria apresentou na quarta-feira uma ação direta de inconstitucionalidade contra um elemento específico da Lei Complementar 224/2025, que estabelece uma redução linear de 10% nos incentivos fiscais federais. A organização não questiona a redução em si, mas uma expressão que considera uma armadilha legal contra investidores que planejaram seus negócios confiando em regras agora alteradas. O foco da ação é preciso.
As chuvas de janeiro | Murillo de Aragão
Ler Resumo Janeiro traz chuvas intensas a Brasília, metáfora perfeita para o Brasil: o país só se move sob crise. Instituições reagem à tempestade, não planejam na bonança. Um ciclo de improviso e reatividade pós-8 de janeiro, com alto custo à previsibilidade e confiança, marcando a agenda de 2026. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril. Janeiro sempre chega com água farta em Brasília.
A guerra do fim do mundo | Murillo de Aragão
Ler Resumo O Brasil encerra 2025 em uma “guerra institucional”, fruto de fragilidades estruturais e crises políticas. A relação conflituosa entre Poderes, disputas fiscais e polarização elevam a tensão, evidenciando o esgotamento do modelo democrático e a falha das instituições em funcionar adequadamente. Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O efeito borboleta em 2026 | Murillo de Aragão
Nem todo fato possui força para deflagrar uma cascata (veja.com/VEJA/VEJA) Continua após publicidade Entramos em época delicada para candidatos às eleições gerais do ano que vem. Tempos em que tudo é contabilizado como ganho ou perda, especialmente para quem concorre a cargos majoritários. Eventos, declarações, decisões, omissões e o acaso podem afetar o desempenho eleitoral e até os resultados.
O IPTU e o risco de insegurança jurídica
Há mais de duas décadas debate-se no Poder Judiciário a extensão da imunidade recíproca prevista na Constituição às sociedades de economia mista e empresas privadas que prestam serviço público por meio de concessão ou por arrendamento de área pública, em especial em relação ao recolhimento do IPTU.
A nova geografia do voto | Murillo de Aragão
A política brasileira vive um deslocamento na estrutura do eleitorado. Estudo da More in Common com o instituto Quaest, feito com 10 000 pessoas, publicado aqui mesmo em VEJA, desmonta a ideia de um país dividido apenas entre lulistas e bolsonaristas e revela um cenário mais complexo, hoje potencialmente favorável ao centro e à direita.
Ego inflado aprisiona a política | Murillo de Aragão
Continua após publicidade A política vive um momento psicologicamente denso e complexo. A confusão mental gera uma polarização insana, arrastando parte expressiva do eleitorado e, também, dos formadores de opinião. Esse ambiente revela algo além do conflito institucional ou ideológico. Há uma dimensão psicológica estruturante, acessível por meio da psicologia analítica de Carl Jung.
O crédito de PIS e Cofins: incentivo fiscal e segurança jurídica | Radar Jurídico
O Superior Tribunal de Justiça analisa nesta semana uma questão tributária que ilustra a insegurança jurídica que ainda permeia o ambiente de negócios no Brasil. Trata-se do direito ao crédito de PIS e Cofins sobre combustíveis, estabelecido pela Lei Complementar 192 de 2022, e posteriormente suprimido sem observância dos princípios constitucionais. O contexto era de crise global.
PIS e Cofins sobre combustíveis: Incentivo fiscal e segurança jurídica
O STJ analisa nesta semana uma questão tributária que ilustra a insegurança jurídica que ainda permeia o ambiente de negócios no Brasil. Trata-se do direito ao crédito de PIS e Cofins sobre combustíveis, estabelecido pela LC 192 de 2022, e posteriormente suprimido sem observância dos princípios constitucionais. O contexto era de crise global.
A escalada da violência | Murillo de Aragão
A operação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio, reacendeu o debate sobre o peso da segurança na política. O episódio recolocou a violência no centro da agenda nacional. Depois de anos dominados por economia, custo de vida e polarização, o medo voltou. Parcela expressiva do eleitorado aponta a violência como principal problema. O tema ressurge porque atravessa o cotidiano e reordena prioridades eleitorais. Há discrepância notável entre indicadores e percepção.
A tragédia nas comunidades do Rio soma-se a um ambiente expandido de criminalidade econômica
Publicado em 03/11/2025, às 13h21 Murillo de Aragão A operação policial nos complexos do Alemão e da Penha não foi “mais um confronto” nem comporta a comparação pedestre com o ocorrido no Carandiru. Em São Paulo, tratou-se de um massacre dentro de um presídio, contra presos desarmados. No Rio de Janeiro, falamos de incursões em territórios dominados por facções, com criminosos fortemente armados que revidaram à ação do Estado. São naturezas distintas.
Omissão e caos na segurança pública | Murillo de Aragão
Continua após publicidade A operação policial nos complexos do Alemão e da Penha não foi “mais um confronto” nem comporta a comparação pedestre com o ocorrido no Carandiru. Em São Paulo, tratou-se de um massacre dentro de um presídio, contra presos desarmados. No Rio de Janeiro, falamos de incursões em territórios dominados por facções, com criminosos fortemente armados que revidaram à ação do Estado. São naturezas distintas.
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