A nova corrida pela infraestrutura digital já não se mede apenas por velocidade ou capacidade bruta. Na era da Inteligência Artificial, do edge computing e da Internet das Coisas, a vantagem competitiva pertence a quem consegue aproximar o processamento do dado à rede do usuário final. Nesse cenário, os Pontos de Presença, ou PoPs, deixaram de ser meros “nós” técnicos para se tornarem os elos fundamentais que sustentam a experiência digital moderna.