A mineira Cármen Lúcia, responsável pelo voto decisivo no julgamento encerrado na quinta-feira, iniciou sua fala relembrando um poema de Affonso Romano de Sant’Anna - outro mineiro, embora ela seja de Montes Claros e ele, falecido recentemente, fosse natural de Belo Horizonte. Ou melhor: o poeta era mineiro, mas a ministra se considera “geraizeira”, como esclareceu numa célebre entrevista alguns anos atrás a Pedro Bial.