Dos protestos de junho de 2013 no Brasil à Primavera Árabe, da onda de protestos na Ucrânia à revolta no Chile, a última década foi marcada por uma onda global de mobilizações populares. Milhões de pessoas tomaram as ruas exigindo mudanças, mas, passados alguns anos, o que restou dessas revoltas? Em muitos casos, os movimentos não apenas fracassaram em alcançar seus objetivos, como também abriram caminho para forças políticas que representavam o oposto do que defendiam.