Passada mais de uma década da operação Lava Jato, que prendeu o presidente Lula em 2018, solto um ano e meio depois, quando veio à tona a comunicação entre procuradores e juíz, ela voltou à baila como argumento da defesa de alguns indiciados por tentativa de golpe de Estado. Isso foi visto, por exemplo, no processo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que será julgado pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça, 26, e do general Braga Netto. Em artigo publicado na Folha de S.