Há mais de três décadas, o Massacre do Carandiru permanece como uma das maiores marcas da violência de Estado no Brasil, e também como símbolo de omissões e ausência de responsabilização. Mas essa história pode tomar novos rumos. A decisão da Justiça de São Paulo de reconhecer que a ação indenizatória movida por um sobrevivente do massacre não prescreve representa um avanço fundamental na luta por memória, verdade, justiça e reparação.