Terça-feira, 7h30. O despertador toca, mas não há pressa para sair de casa. Afinal, o trabalho está a um clique de distância. Abre o portátil, liga a câmara e… pronto, está “no escritório”. Tal como ontem. Tal como anteontem. Tudo parece eficiente, rápido, automatizado. Mas, após horas de reuniões virtuais – iguais às de ontem e às de amanhã – surge aquele peso nos olhos, a cabeça a latejar e uma sensação difícil de ignorar: o cansaço digital extremo. Não é falta de café.