Nem toda resposta que chega rápido vale o que custa em atenção. Outro dia, no meio de um jantar com amigos, alguém perguntou em que ano tinha estreado um determinado filme. Antes que qualquer um terminasse de pensar, já havia três celulares no ar e a resposta em dois segundos. Conversa encerrada antes de começar. Parece trivial. Mas tem algo aí que merece muita atenção. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade ativa, no cérebro, zonas semelhantes às ativadas pela dor.