A violência contra a mulher não é um “problema feminino”, mas uma patologia social que exige intervenção de quem historicamente ocupa o papel de agressor: o homem. Como psicólogo, observo que o enfrentamento ao feminicídio não avançará apenas com o fortalecimento das redes de proteção às vítimas; é preciso também desconstruir a masculinidade tóxica e promover o engajamento ativo dos homens na conscientização do comportamento com seus pares e no apoio a vítimas em situação delicadas.