A rádio é uma fábrica de consistência. Porque tem regularidade, tem humanidade e tem contexto. Quando entretém, está a criar relação. Quando informa, está a reforçar credibilidade. Há dias em que penso que a rádio é o meio de comunicação mais moderno que temos. Não por ser novo, mas por continuar a resolver um problema muito atual: a atenção é escassa, o ruído é enorme e as pessoas precisam de alguém que lhes faça companhia, que seja de confiança. A rádio faz isso com uma simplicidade desarmante.