A pressão para reduzir listas de espera na área cardiovascular trouxe novamente para o debate público a organização dos cuidados altamente diferenciados no Serviço Nacional de Saúde. A preocupação, não sendo nova, é totalmente legítima: a doença cardiovascular continua a ser a principal causa de morte e enfermidade em Portugal e garantir acesso atempado aos tratamentos é uma responsabilidade central do sistema público.