Daqui a quatro meses, nossa seleção de futebol entrará em campo para disputar mais uma Copa do Mundo. Um pouco adiante, em outubro, outro grande evento — talvez menos popular, mas da maior importância — levará milhares de pessoas a disputar não uma taça, mas uma cadeira — na presidência, nos governos estaduais, no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas. São as nossas eleições gerais. A diferença entre esses dois "campeonatos" não poderia ser mais gritante.