Numa noite do último verão nos EUA, o microbiologista David Relman levou um susto daqueles diante do laptop: um chatbot de inteligência artificial estava, na prática, explicando como planejar um massacre. Relman, especialista em biossegurança em Stanford, tinha sido contratado por uma empresa de IA para “forçar” o sistema ao limite antes do lançamento público.