A Copa do Mundo começou com a cara do nosso tempo. Restrições por credo, raça e ideologia, a ganância sem disfarce —e o estrondo das bombas, em guerras que não encontram cessar-fogo, ecoando junto aos rojões e aos gritos de alegria e de dor das torcidas apaixonadas. Queremos ser campeões, queremos celebrar o futebol e as vitórias, queremos uma festa mais bonita a cada avo da matemática criada pela Fifa para acomodar 48 países.