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Articles by Jose Sarmento
Aviador de EE.UU. herido en Irán utilizó un dispositivo Boeing para alertar a rescatadores
Bloomberg — Los aviadores de la Fuerza Aérea rescatados de Irán por una armada de helicópteros, otras aeronaves y comandos utilizaron un dispositivo de comunicaciones estándar de Boeing Co. (BA) para alertar a sus compañeros y señalar su ubicación, según un funcionario del servicio.
Escravatura, perdões e reparações
Tomando nota de recentes declarações de políticos – devidamente amplificadas por jornalistas atentos aos disparates que enchem tempos de antena – os Portugueses do Séc. XXI terão não só de se mortificar, autoflagelar e pedir perdão pelo comportamento dos seus antepassados de há dois, três e quatro séculos, como terão também de pagar com o trabalho de hoje, hipotecando, simultaneamente, o esforço futuro dos seus filhos e netos, para reparar o mal infligido.
Moedas e o equívoco de Lisboa
A apresentação recente de um manifesto político por parte do Presidente da autarquia lisboeta foi, naturalmente, um momento relevante da vida portuguesa, que teve a calorosa participação de grande parte da classe política nacional, apostada em comemorar a grandeza de um dos seus mais ilustres membros. Manifesto político mais a mais caucionado pelo carimbo de um dos dirigentes mundiais reconhecidos como tal, concretamente o Presidente da República Francesa. Maior distinção seria difícil.
Sobre a Europa
Num momento em que o País vive eletrificado com os resultados das eleições que colocaram em causa o que foi a paisagem e a vida política dos últimos 50 anos, falar de política europeia poderá parecer um bizarria, um tema que não tem nada a ver com o nosso drama nacional. Só que falar da Europa, quando nós e mais 26 países vão decidir do futuro da sua União nas eleições previstas para Junho, é uma urgência maior, a acrescentar às urgências que nos surgem do pós 10 de Março.
De novo a barbárie
Na manhã do dia 7 de Outubro, umas centenas de assassinos oriundos da faixa de Gaza, inebriados com a missão de ir matar judeus, entram em Israel, assaltam as aldeias vizinhas, introduzem-se em casas de famílias e assassinam todos quantos encontram – avós, pais, filhos, netos e grávidas que barbaramente esquartejam – não poupando pelo caminho uma multidão de jovens que celebravam a vida num festival de música, onde chacinam cerca de 300.
Intenções comportamentais e comportamento de consumo: Uma análise em clubes do futebol de Pernambuco
Rodrigues Silva, Victor Henrique [1] ; Barros Filho, Marcos Antonio [2] ; de Miranda, Yves de Holanda Batista [2] ; Sarmento, José Pedro [1] ; de Queiroz Pedroso, Carlos Augusto Mulatinho [2] [1] Universidade Do Porto Universidade Do Porto Santo Ildefonso, Portugal [2] Universidade de Pernambuco Universidade de Pernambuco Brasil Localización: Educación Física y Ciencia, ISSN 1514-0105, Vol. 23, Nº.
Brandos costumes e política de imigração
Ver um bando de jovens selvagens assaltar ferozmente e com requintes de sadismo um indefeso imigrante nepalês numa rua de Olhão, era seguramente uma improbabilidade para a maioria dos portugueses. Mas aconteceu à vista de todos. Num país de brandos costumes, e com reputação de afabilidade para com os estrangeiros, descobrir que o ódio racista com laivos de instinto assassino existe, afinal, dentro de nós, é uma experiência dolorosa.
A Guerra na Ucrânia e o futuro da Europa
À medida que continuamos a assistir às trágicas imagens da guerra na Ucrânia em que somos confrontados com a destruição sistemática e absoluta de cidades e ficamos tocados pelo assassínio em massa de civis, sentimo-nos regredir a um tempo que julgávamos enterrado num passado negro. No entanto, em muitos de nós subsiste a ideia de que se trata de uma guerra longínqua, embora com externalidades que acabamos por experimentar, como a presença dos refugiados ou o custo da energia.
O grito de Murça
Em terras de Trás-os-Montes, o Presidente da República foi confrontado, nestes conturbados dias, com o desespero de dois cidadãos que verbalizaram com intensidade, mas apesar de tudo com correcção e respeito (como aliás as gentes da montanha normalmente fazem), a sua insatisfação com o estado a que chegou o País.
Novas Autoeuropa?
Há pouco mais de 30 anos, Portugal assinava com a Volkswagen e com a Ford um acordo para a instalação de uma fábrica de automóveis, que haveria de começar a produzir em 1995. A dimensão económica deste projecto – aparentemente o maior investimento estrangeiro de todos os tempos em Portugal e que adquiriu a qualidade de ser o maior exportador nacional – fascinava tudo e todos neste calmo jardim à beira-mar.
Lisboa Francesa
Há precisamente 70 anos, Mirita Casimiro dava voz, num Teatro de revista, a uma canção com música de Raul Ferrão e letra de José Galhardo, que se inspirava no exemplo de patriotismo que Portugal tinha demonstrado face à invasão francesa de 1807. Podemo-nos hoje interrogar qual o sentido que tinha, em 1952, cantar um apelo patriótico à resistência contra a França numa Europa queimada pela guerra nazi, que tinha destruído, material e moralmente, a França.
Ditadura e democracia, nacionalismo e globalização, guerra e desenvolvimento económico
Este é, sem dúvida, um título longo, justificado pela dificuldade e perplexidade em compreender o alcance do que está a ocorrer num mundo onde tudo parece estar em causa: Um mundo onde uma vitória de Putin sobre a Ucrânia, abriria caminho à restauração do Império Russo sobre os países Bálticos, seguindo-se a Polónia e, depois, a instalação de Governos amigos de Moscovo em Berlim, Paris e Roma, entre outros.
Governar pela mentira
Quando há 15 anos o governo português da altura, antepassado directo do governo actual, decidiu solenemente anunciar a reforma do sistema de pensões, optou por uma solução que vinha ao arrepio do que estava a ser feito por esse mundo fora. O que na altura foi uma solução eminentemente lusitana, era o contrário do defendido por todos os especialistas da matéria e por inúmeras organizações internacionais, como por exemplo a OCDE e o FMI.
Falta qualquer coisa
Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante. Um dia destes vamos deixar de falar de incêndios – assunto a que voltaremos uma vez mais no próximo Verão – para tornar a falar do (mau) funcionamento dos hospitais e, a seguir, encher o espaço mediático com a (im)possibilidade de resolver o problema do Aeroporto.
A rendição
Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante. Quando, nos finais dos anos 30, Hitler se convenceu de que tinha chegado o momento de reconquistar para a Alemanha a posição cimeira que ele considerava resultar do direito histórico e da supremacia de raça, muitos na Europa simpatizavam com a justeza da causa nazi.
O Fim da História da Europa e o Último Europeu
Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante. Um pouco longe, a leste, numa reencenação de Ivan o Terrível, o fogo da destruição lavra numa guerra total que vai consumindo, bem debaixo dos nossos olhos, a vida e os bens na Ucrânia, numa reedição em menos de um século, do pesadelo nazi que julgávamos definitivamente enterrado na subcave da História.
Basta: é impossível continuar assim
Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante. A História julgará, severamente, o Ocidente, pelas razões que encontrou para deixar a Ucrânia, uma comunidade que aspirava à liberdade, ficar à mercê de um poderoso vizinho transtornado pelos seus delírios de grandeza perdida.
As empresas em Portugal e a boa governance
Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante. As empresas são as entidades que produzem os bens e os serviços que consumimos. Mas não só. As empresas têm também a responsabilidade e a faculdade de proporcionar o emprego que permite às famílias viver, e progredir, e são ainda a fonte dos impostos que possibilita ao Estado ter recursos para gastar no que os políticos entendem serem as necessidades públicas.
2-stage CMOS OTA: LVS errors
Hello all, I've been trying to build a layout for a 2-stage CMOS circuit. I've already checked and corrected with DRC (even though I still get "hot nwell" info on the transistors that are connected to VDD, despite me creating a contact with ND to MET1 and placing an ntub on them). The issue is when I run LVS, the errors that come up appear to be as if I did not place any of the original components. On the following link, you can see the schematic, layout and LVS errors.
"the following branches form a loop of rigid branches"
Hello all, I'm designing an xpair for a sinusoidal oscillator, and while doing an ac analysis, the following error appears: The circuit is as follows: From the error, it is plain that the AC source V1 is causing the trouble, but I can't understand why exactly. Thank you
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