Com o escoamento do fluxo marítimo do petróleo do Oriente Médio engarrafado, devido ao fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã – e pela recusa das seguradoras de oferecer cobertura aos armadores que insistirem em navegar pelo Mar Vermelho, por onde escoam de 20% a 25% do óleo e do GNL do mundo, - os grandes produtores árabes (Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Iraque) e o próprio Irã, todos super estocados, não tiveram outra saída a não ser cortar a produção.