Era uma vez uma pequena empresa de computação gráfica que produzia curtas-metragens e comerciais para a TV. No início da década de 90, ninguém mais conseguia fazer o que ela fazia, com a qualidade com que fazia e com os meios com que fazia. Mas ela não dava lucro. Vivia no vermelho. A pequena empresa se mantinha em pé graças aos cheques do seu dono e principal investidor, Steve Jobs, que, em 1986, a comprou do cineasta George Lucas, que a mantinha como sua divisão de computação.