Rui Barros
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Os 25 melhores álbuns do Século XXI
25. Radiohead – Kid A (2000) Depois do sucesso de OK Computer, a banda abandonou as guitarras e estruturas tradicionais de composição e abraçou a eletrónica experimental, o ambient e o jazz. Essa ousadia transformou o álbum numa experiência imersiva de estética fria, onde o humano é substituído por tecnologia. De uma forma quase hostil os Radiohead não lançaram singles deste disco, e praticamente não fizeram promoção.
How to Find Hidden APIs Using AI – Rui Barros
Two things can turn my daily work into a nightmare: PDF files and public data trapped inside portals. Every data journalist learns to extract data from both, but it always feels like wasted time. For PDFs, we have Tabula and AI-powered OCR I have been using olmOCR recently, but the hot new model is Deepseek OCR. Might write something about it soon!. Data portals usually require bringing the big guns—and suddenly, web scraping becomes an art in itself.
"Fiquei fascinado quando descobri que a música sem voz e sem letra podia criar emoções só por si"
A 1 de Setembro, será editado o novo trabalho de longa duração, “Aquarius”, uma coleção de canções instrumentais que Francis compôs e burilou ao longo de mais de 4 anos, por forma a conseguir um trabalho que não deixará de surpreender e envolver pela qualidade das composições, decididas ao pormenor, e do som masterizado com todo o rigor. “Aquarius” é o novo trabalho de Francis Mann, o 6º, na sequência de “Stilleto”, “Rota dos Ventos”, “The Last Prophecy”, “Om” e “Into the Void”.
As 10 melhores canções que ouvimos este ano
2024 foi um ano bizarro. A cantora britânica Lily Allen revelou que ganha mais dinheiro com fotos dos seus pés na OnlyFans do que com a sua música. Interessado? A subscrição custa apenas 10 euros por mês. Algumas canções criadas por Inteligência Artificial chegaram aos tops pela primeira vez. Deixou de ser cool ouvir P. Diddy, se é que alguma vez foi. Os Coldplay lançaram mais um álbum aborrecido. E quase que enjoámos o sabor do café depois de tantos “Espresso” de Sabrina Carpenter.
O que o google diz sobre o meu último ano
Dizem que somos as perguntas que fazemos. Como jornalista que passa a vida a fazer perguntas a dados, não podia concordar mais com esta ideia. Com o ano de 2019 a fechar, peguei precisamente nesse velho adágio para me perguntar: o que é que as perguntas que fiz em 2019 dizem sobre mim? Foi assim que pedi à Google todas as pesquisas que fiz no último ano para tentar fazer uma retrospetiva do ano.
Blogging Strikes Back. Porque vou voltar a escrever coisas num blogue
Ciclo da vida dos meus blogues: Durante uma/duas semanas dedico várias horas a preparar o seu nascimento - a veia geek obriga a pensar o CMS, a adaptar um tema, etc, etc - escrevo por um ou dois meses e, depois disso, o vazio total. Não sei porque é que não sou capaz de dedicar tempo a isso - talvez seja mesmo só um desastre a comprometer-me com projectos. Mas, em 2019, quatro anos depois de ter convidado os meus leitores a montar uma cadeira do IKEA, estou de volta a esta atividade.
Acesso a dados. Guia prático para assessores de imprensa
Num país que ocupa o 45º lugar no Ranking Global de Dados Abertos (ali mesmo ao lado desse farol democrático que é a Turquia), uma grande parte do meu trabalho como jornalista de dados é passado a fazer scrape de dados que deveriam estar abertos ou a abordar assessores de imprensa para pedir um excel perdido nos antípodas de um servidor de uma instituição pública.
Unicorns and Superpowers: Lessons from Data Journalism in Portugal
Journocoders — journalists who can code — are the media industry’s unicorns. Photo: Unsplash. Editor’s Note: Rui Barros has spent the past three years building a data unit at Rádio Renascença, one of the oldest radio stations in Portugal. Here are lessons he learned along the way. When I joined Rádio Renascença’s newsroom in 2016, I had a clear goal in mind: To create one of the first data journalism units in the country and to use data and programming to explore new ways of telling stories.
“Hack the newsroom”: Five lessons from doing data journalism in Portugal
Journocoders’ special mix of skills puts them in a unique position When I joined Rádio Renascença’s newsroom in 2016, I had a clear goal in mind: to create one of the first data journalism units in the country and to use data and programming to explore new ways of telling stories.
Back to Black: 14 Beautiful Houses Clad in Every Architect's Favorite Shade
"In our culture, stereotypical portrayals of architects are rampant, with the caricatures showing them as overworked, underpaid artistic wannabes shrouded in black." Lidija Grozdanic's perfect summary of the clichés embodied by our profession is accurate on at least one point — architects adore black. Not just for clothes, though: Obsidian hues are often harnessed in their architecture, too, in order to summon a deep contrast with the both natural surroundings and light-filled interiors.
A Pen by Rui Barros
You can apply CSS to your Pen from any stylesheet on the web. Just put a URL to it here and we'll apply it, in the order you have them, before the CSS in the Pen itself. If the stylesheet you link to has the file extension of a preprocessor, we'll attempt to process it before applying. You can also link to another Pen here, and we'll pull the CSS from that Pen and include it.
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