No universo do impacto social e da sustentabilidade, a palavra do ano de 2025 poderia muito bem ter sido “ventos contrários”. O termo virou um eufemismo para tudo – da pressão política e mudanças regulatórias à incerteza econômica, à disrupção provocada pela IA e à agitação social. Mas, em muitos sentidos, “ventos contrários” é até pouco para descrever o que líderes de impacto e sustentabilidade, tanto no setor corporativo quanto no terceiro setor, tiveram de enfrentar.